class main AboutMe { exec(); }
Ora bem, acabei de chegar do Jantar do agregador de blogues Planetgeek.org, e sobrevivi. Afinal a rapaziada que anda por lá nem são mauzinhos, bem pelo contrário. Só vez falta o nosso chefe (para dar uma graxa e tal), o Luis Miguel Silva para (para explicar-nos bem essa teoria fecal) e todos os outros 88 (valores não confirmados) agregados.
Antes de mais, convinha explicar que o Planetgeek.org além do agregador é uma mailing list, na qual os quem se aventura nela nunca mais regressa ao seu estado normal. É uma pequena família de activistas dos RFC 2821 e RFC 2822, que não troca estes strandards por mais nada no mundo - Quais googlewave, IRC, Twitter ou forum? Nada disso, o e-mail é que é bom. E de tal forma que hoje decidimos reunir-nos. Um pouco à imagem da última ceia, partilhamos uma mesa de um Sushi bar em Belém, no qual fiquei com o Sushi até às orelhas!
Foi muito interessante por caras em endereços e-mails, trocar ideias, falar etc... Enfim, como pessoas normais (que somos) jantamos um bom sushizinho e falamos até o empregado de mesa trazer a factura. Durante este tempo, deu para conhecer os bloggers do agregador, comer chapas na gamba, falar de quem não estava, e falar de quase todos os temas aqui agendados. Ficam as fotografias desde já disponíveis no Dropbox (ver link na tópico do jantar na ML), e um pequeno excerto online para comprovar que realmente os geeks saíram da sua toca no espaço de um jantar!







Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 29/11/09 02:53

Caso 1: Servidor com SSH | Firewall Desligada
iptables –F && iptables -X

Pacote 1
Pacote 2
Pacote 3
192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=1024 Len=0 MSS=1460
192.168.171.6->192.168.171.1 | TCP | [SYN, ACK] Seq=0 Ack=1 Win=5840 Len=0 MSS=1460
192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [RST] Seq=1 Win=0 Len=0
Nmap: 22/tcp open  ssh
SSH: rubenalves@192.168.171.6's password:
Explicação: Temos um serviço em funcionamento, sem nenhuma firewall. É enviado um SYN, seguido de um SYN,ACK vindo do remetente, desta forma é sincronizada uma comunicação. Por fim, o emissor envia um pacote RST (reset) para terminar a comunicação entre as duas máquinas (pois, o portscan terminou). Tudo correu como previsto, o nmap mostra o porto 22 aberto, e ao tentar establecer uma ligação por SSH, o servidor distante pede-me por uma password.

Caso 2: Servidor com SSH | Firewall DROP
iptables -A INPUT -p tcp -i eth2 --dport 22 -j DROP

Pacote 1
Pacote 2

192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=4096 Len=0 MSS=1460

192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=4096 Len=0 MSS=1460
Nmap: 22/tcp filtered ssh
SSH: ssh: connect to host 192.168.171.6 port 22: Connection timed out
Explicação: Temos um serviço em funcionamento, mas com uma regra na firewall que faz DROP a todos os pacotes que entram do porto 22. Ao fazer um port scan no porto 22, acabam por serem enviados 2 pacotes iguais: dois SYN. De facto, são enviados 2 porque como o destinatário não respondeu, tenta enviar outro pacote. Como o destinatário não enviou, o nmap automaticamente detecta que algo foi “DROPADO”. Poe o estado do serviço em modo “filtered”, e quando tentamos estabelecer uma ligação por SSH depois de vários minutos acaba por aparecer uma mensagem de erro com Connection timed out.
O caso 5 mostra como os pacotes transitam na rede quando um serviço está simplesmente desligado.

Caso 3: Servidor com SSH | Firewall REJECT
iptalbes -A INPUT -p tcp -i eth2 --dport 22 -j REJECT

Pacote 1
Pacote 2
192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=4096 Len=0 MSS=1460
192.168.171.6->192.168.171.1 | ICMP |Destination unreachable (Port unreachable)
Nmap: 22/tcp filtered ssh
SSH: ssh: connect to host 192.168.171.6 port 22: Connection refused
Explicação: Temos um serviço em funcionamento no porto 22, mas há uma regra na firewall que faz REJECT a todos os pacotes que entram pelo porto 22. Ao contrário do caso anterior, quando o emissor envia um pacote TCP com a flag SYN, o receptor responde com um pacote ICMP a indicar um erro. Neste caso “Port Unreachable”.
O nmap entende este erro como sendo um porto filtrado. Ao tentar fazer SSH, a resposta “Connection refused” é imediata devido ao pacote ICMP que recebemos.

Caso 4: Servidor com SSH | Firewall REJECT com Net Unreachable
iptalbes -A INPUT -p tcp -i eth2 --dport 22 -j REJECT –reject-with icmp-net-unreachable

Pacote 1
Pacote 2
192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=4096 Len=0 MSS=1460
192.168.171.6->192.168.171.1 | ICMP | Destination unreachable (Network unreachable)
Nmap: 22/tcp filtered ssh
SSH: ssh: connect to host 192.168.171.6 port 22: Connection refused
Explicação: Este caso é idêntico ao caso 3. No entanto, só mudamos uma regra na firewall: icmp-net-unreachable. Com isto, mostra-se como podemos alterar o erro enviado no pacote ICMP. No entanto, na prática nada é alterado. Emissor continua a ver o porto 22 como filtrado e não consegue ligar-se por SSH.

Caso 5: Servidor sem SSH | Firewall Desligada
iptables –F && iptables -X

Pacote 1
Pacote 2
192.168.171.1->192.168.171.6 | TCP | [SYN] Seq=0 Win=4096 Len=0 MSS=1460
192.168.171.6->192.168.171.1 | TCP | [RST, ACK] Seq=1 Ack=1 Win=0 Len=0
Nmap: 22/tcp closed ssh
SSH: ssh: connect to host 192.168.171.6 port 22: Connection refused
Explicação: Este caso pode ser visto como o de controlo. Pois, quando o serviço está desligado, mesmo sem firewall, são enviados dois pacotes. O SYN do emissor e o erro RST, ACK do receptor. Neste caso o nmap mostra o porto 22 como “closed”, e obviamente qualquer ligação por SSH é recusada.

Conclusão: DROP ou REJECT em IPTABLES? Basicamente o importante é entender que ambos dão informação sobre o serviço. Seja pelo silencio ou pelo erro via ICMP. A questão é simples: saber o que pretendemos devolver como informação na rede. Não podemos aplicar DROP a tudo, caso contrário no caso de querer fazer um debugging à rede a falta de informação pode fazer perder imenso tempo ao analista ou então no caso de um utilizador querer ligar-se a serviço que está DROPADO, terá que esperar imenso tempo até a ligação morrer num timeout. O melhor do dois mundos encontra-se ao fazer DROP nas ligações externas ou críticas, nas quais não é do nosso interesse facultar informação explicita (ICMP). No entanto, em serviços internos ou menos críticos, é do nosso interesse deixar as mensagens de erro circularem pela rede.
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 28/11/09 17:27

"A sua capacidade de comunicar
pode ser avaliada pela reacção
da pessoa com quem está a tentar comunicar.




Mesmo que você não o queira admitir"

in "Quero falar-te dos meus sentimentos" - Mamoru Itoh.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 28/11/09 15:31


E hoje de manhã o pai natal chegou ao meu trabalho. Alguns milhares de euros, num enorme esforço para modernizar a nossa infraestrutura informática:
  • Upgrade da Storage HP MSA Enclosure (10 discos de 1Tb)
  • 2 servidores HP ProLiant DL165 G5
  • Sistema de Tapes HP  MSL2024
Hoje conseguimos apertar os parafusos todos, montar os discos, placas de redes extras, memórias extras e ligar tudo só para ver se fazia barulho. Saímos exaustos, mas com a certeza que temos brinquedos para configurar nos próximos meses.

Logo à chegada da SEUR.... 32 caixinhas.


Já depois de ter montado o sistema de tapes e a enclosure da MSA.


O kitanço dos servidores ProLiant DL (são giros, fininhos e silenciosos mas mal acabados)


Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 28/11/09 03:42

FEBE
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/2109
Ou Firefox Environment Backup Extension, permite fazer backup de todas as extenções instaladas no Firefox. Ideal para quem tenha vários computadores com Firefox. Permite essencialmente guardar tudo em ficheiro XPI (formato original das extenções/Addons do Firefox), para instalar posteriormente em outras máquinas. É daquelas coisinhas muito práticas que dá sempre jeito um dia ou outro.

FireBug
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/1843
Bem que poderia falar do Firebug e das suas funcionalidades só num post. Mas na realidade há uma coisa que acho que o Firebug faz e que mais ninguém faz: análise ao tempo que um website demora a carregar. Ou seja, permite saber quando segundos demora a carregar um documento web com todas as imagens, javascript etc... Ideal para quem acha que um website lento e assim despistar os itens que estão a pesar no carregamento. A must-to-have para qualquer programador web.
Fission
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/1951
Ora este é daqueles plugins simpáticos, daqueles que não servem para nada em especial, só permite mesmo mostrar uma barrinha de loading dentro da tab do Firefox enquante este mesmo carrega a página. Um Addon girinho para ter-se.
Fox Tab
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/8879
Depois da moda dos ecrãs em 3D (Compiz em Linux) agora é a vez do modo 3D walls e Aero do Vista/7. O Foxtab permite mostrar numa só janela todas as páginas abertas no Firefox de várias formas. Ou à la Aero mode do Vista/7 ou em modo Wall (ver imagem). Não é que seja realmente útil, mas sempre dá para impressionar as meninas.
Header Spy
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/4276
Confesso, é o meu Addon prefirido! É pequeno, não é intrusivo, e mostra num cantinho da página web qual é o servidor que está a correr por trás. Excelente para quem gosta de saber este tipo de informações. A custa deste Addon, já descobri muitos sites "interessantes".
Live HTTP Headers
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/3829
Curioso sobre o protocolo HTTP e nas mensagens enviadas entre o cliente e o servidor? Então este Addon é para ti. Mais do que isso, além de não só ver os Headers, também dá para fazer debugging porque permite edita-los e correr a página com headers novos. Grande nível!
Tirando o facto de mostrar igualmente todos os "get" carregados ao abrir uma página web (muito útil quando é para visualizar imagens com gif's transparentes à frente das fotos).
ScreenGrab
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/1146
Um dos meus preferidos. Ora imaginem um site grande e comprido (um pouco como este) e querem fazer uma captura de ecrã do site inteiro. A única solução até agora era mesmo fazer várias capturas, e depois num programa de edição de imagens monta-las de forma a produzir apenas uma imagem. Com este Addon, podem fazer capturas de ecrã totais, parciais ou apenas da área de visualização. Oupa, oupa, que isto dá assim um jeitasso!
Site Information Tool
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/5607
Mais um Addon daqueles pequeninos, que não intrusivo e muito prático. Basicamente, mostra um ícone no canto inferior direito com um pequeno "info". Ao clicar neste ícone, a informação que ele retorna é toda menos pequena. Totalmente indispensáveis para todos os curiosos...
Tab Mix Plus
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/1122
De todos os Addons eleitos por mim, este enquadra-se no grupo "Generalista" (que dá para todo a gente). Mas com alguns cliques nas opções permite criar algo de excelente para quem tenha sempre muitas Tabs abertas e ande sempre ás turras ao fazer scroll de um lado para outro. Com o Tab Mix Plus afinado, podem criar várias linhas de tab's. Além desta funcionalidade, este Addon abre ás portas a muitas outras funcionalidades para quem tenha de lidar com Tabs. Mais um Addon a não perder!
Web Developer
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/60?src=reco
Já mais conhecido do que a ovelha Choné, o web developer é como o seu nome indica uma ferramenta para análise de componentes numa página web. Permite ver com clareza tabelas, níveis nos CSS, frames, fontes, redimensionar, entre outras centenas de opção. Nem é preciso dizer o quanto este Addon é vital para quem anda por aí a criar páginas web.
Theme: Chromifox
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/8782
Gostas do Chrome, mas achas falta-lhe... Addons? É giro e bem desenhado, mas Firefox é Firefox... À partir de agora já deixou de ser assim, podes ter um Firefox visualmente muito parecido com Chrome. Vá, já o uso há uns meses no trabalho, e continuo a achar que é dos melhores Themes para o FF. Muito bom mesmo.
Theme: Foxdie 4 Firefox
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/6124
Então este... nem vou perder tempo a blablatar. Um firefox à imagem Apple, mas todo configurável (cores, formatos etc...).
Se ainda não o tens, não sabes de facto o que andas a perder!
theme: Pink hope (para as meninas)
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/4412
Bon, é o theme que gosto menos. Mas como é côr de rosa, julgo que as meninas podem gostar. Se não gostarem, sempre podem tentar o Chromifox ou o Foxdie.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 28/11/09 01:30

Adoro entender sobre os protocolos de rede, na altura do mestrado sabia muito mais sobre protocolos do que sei hoje. Claro, já la vão uns aninhos valentes e não lido diariamente com a componente teórica de cada um protocolos mais usados na Internet (http, ftp, ssh, icmp etc...). No entanto, apesar de saber o que são e como funcionam na teoria, hoje perguntaram-me como funcionava o protocolo FTP.
Apesar de não ter revelado a intimidade do protocolo, tive curiosidade em rever a sua anatomia. E descobri um PDF com uma explicação clara dos passos usados na comunicação FTP. Fica como mental note para mim.
Se quiseres saber como funciona este protocolo, aqui vai a resposta.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 25/11/09 20:08


Para os meus amiginhos dos RSS, mais informo que este texto é composto por um vídeo.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 24/11/09 01:29

Mental Note: Fazer um .htaccess é canja, fácil, já se fazem os .htaccess para proteger directorias em websites há séculos. Então, dá próxima vez que tiveres tudo bem escrito, tudo direito (.htaccess e .htpasswd) e continuar sem dar, dá uma vista de olhos ao httpd.conf, pode ser que tenhas uma surpresa quando:

<Directory /var/www/webfolder>
   Options Indexes
   AllowOverride None
   Order allow,deny
   allow from all
</Directory>


E aí, talvez tenhas a feliz ideia de mudar o AllowOverrride para All em vez de None.
Desta forma, evitas de arrancar-te o cabelo, visitar o mesmo site 1001 vezes, procurar como um doido no google o ponto e virgula que falta no .htaccess, mudar 6000000 de vezes as permissões do ficheiros ".",  e claro, passado meia hora a volta disto finalmente dizes: AH! MAS QUE BURRO OUBELA!

Pronto, este texto foi escrito de mim para mim. Só mesmo no caso de me esquecer. Vá la há coisas piores.
Já agora, aqui vai o .htaccess em causa:

AuthType Basic
AuthName "Restricted Area"
AuthGroupFile /dev/null
AuthUserFile /var/www/htpasswds/.htpasswdwebfolder
require user SexyUser


:P
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 23/11/09 22:40

Tens uma pasta partilhada em Windows (seja workstation ou servidor) que gostavas de ver partilhada como se fosse uma página web? Então este pequeno artigo é para ti. Se vieste aqui para ter notícias minhas, este é o post errado :P

Depois alguns problemas de shares e espaços em disco, tive de partilhar para a web alguns ficheiros que estavam num share em Windows. A ideia por trás disto, é que poupo espaço em disco no meu webserver e acima de tudo, simplifico o processo de actualização por parte dos utilizadores (basta fazer um map network drive e começar a enviar ficheiros para que o todo o mundo tenha acesso).

Por isso, vamos trabalhar dois servidores fisicamente diferentes: websrv.lan e sbmsrv.lan.

O sbmsrv será o nosso servidor de partilha de ficheiros com o Samba 3 instalado. No qual temos a seguinte partilha:

[webshare$]
   comment = Webfolder
   path = /var/samba/webfolder
   browseable = yes
   guest ok = no
   writeable = Yes
   log file = /var/log/samba/log_webfolder.%m
   create mask = 0777
   directory mask = 0777


(Nota: o “$” no fim do nome da partilha serve para colocar uma pasta em hidden mode)
Uma vez a pasta fisicamente criada e o Samba configurado, o passo seguinte consiste em adicionar um utilizador ao Samba. Não vamos complicar com utilizadores virtuais em LDAP ou MySQL. Iremos usar um utilizador do sistema, neste caso o nome rubensmb será depois interligado com o ruben (conta de shell).

sbmsrv.lan:/ smbpasswd -a rubensmb


Depois de adicionar o utilizador ao Samba e a respectiva password, vamos agora ligar as duas contas. Recordo que esta técnica é apenas uma medida de segurança, visto que o protocolo smb não é em nada seguro. Logo, a ideia é usar um login diferente do login da máquina em Linux com passwords diferentes de preferência.

sbmsrv.lan:/ nano /etc/samba/smbusers ruben=“rubensmb”


Uma vez o ficheiro smbusers editado, pode sair do editor de texto e reiniciar o servidor de ficheiros (/etc/init.d/samba restart). Se tudo correu bem, a nova partilha já devera está disponível pela rede interna do smbsrv.lan.

Agora é a vez do websrv.lan, para isso, basta criar um novo virtualhost ou usar a directiva: directory para adicionar a pasta que queremos interligar.
Antes de mais, vamos primeiro criar a pasta fisicamente:

websrv.lan:/ mkdir /var/samba/site01/smblink

Como devem imaginar, a smblink vai servir de ponte entre o webserver e o fileserver.
Para tal, toca a editar o apache de forma a criar esta ponte:

Alias /smb /var/samba/site01/smblink

<Directory /var/samba/site01/smblink>
  Options Indexes FollowSymLinks
  AllowOverride AuthConfig
  Order allow,deny
  Allow from all
  EnableSendfile Off
</Directory>


Nota: Talvez seja pertinente  criar às permissões necessárias (chown www-data:www-data /var/samba/ -R).
Depois deste passo, um simples reload é suficiente para que o apache passe a aceitar o novo caminho. IMPORTANTE: não esquecer a opção “EnableSendfile Off”. Caso contrário, o download de ficheiros pode ficar comprometido (http://httpd.apache.org/docs/2.2/mod/core.html#enablesendfile)

Finalmente, uma vez que temos o servidor de ficheiros a funcionar, o servidor web já a mostrar uma pasta (ainda vazia), basta só fazer com que o o servidor web tenha um “mount” fixo e definitivo para o smbsrv.lan.
Edita o ficheiro /etc/fstab:

//smbsrv.lan/webshare$ /var/samba/site01/smblink cifs exec,credentials=/etc/cifs 0 0


Depois deste passo, está quase tudo terminado, falta mesmo criar o ficheiro com as credenciais certas:

websrv.lan:/ touch /etc/cifs
websrv.lan:/ chown root:root /etc/cifs
websrv.lan:/ chmod 700 /etc/cifs
websrv.lan:/ nano /etc/cifs
username=rubensmb
password=mysecretpassword


E agora, o último passo: montar a partilha no servidor web. Para isso, pode reiniciar o servidor ou, se não te apetecer muito sempre podes fazer um mount -a (lazy way) ou então:

mount /var/samba/site01/smblink (versão menos lazy, e mais correcta de fazer as coisas).


E agora, basta apontar um navegador para: http://webserv.lan/smb/ para ver a partilha que está em \\smbsrv.lan\webshare$

Voilà, qualquer dúvida sobre este texto just mail me.
ps: Um especial abraço à Microsoft pela qualidade das specificações sobre o protocolo MS-SMB.
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 21/11/09 15:45

Nem sei porque alma de quem, nem como, mas fiquei sem o Adobe Flash Plugin no Ubuntu. Nada de preocupante, nada que um apt-get ou que o .deb do site da Adobe não resolva. O problema é que não resolveu mesmo por dizer que supostamente já tinha esta versão instalada.
Hoje, por curiosidade saquei directamente o tar.gz da Adobe . Ao fazer untar descobri que não havia por compilar, apenas a biblioteca flash (libflashplayer.so).
Adoro este tipo de problemas (sem README ou INSTALL), mas felizmente era  de resolução fácil, basta copiar o libflashplayer.so para a pasta /home/&user/.mozilla/plugins/ e fazer restart ao Firefox (ou Shiretoko no meu caso).

Hum... Talvez esta linha no /etc/apt/source.list seja a responsável disto tudo:
 deb http://ppa.launchpad.net/ubuntu-mozilla-daily/ppa/ubuntu jaunty main

oups :P

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 21/11/09 15:01

Não é nenhum caça ou avião de guerra que se possa parecer. É simplesmente o A380. Hoje de manhã (21 de Novembro 2009) o mastodonte voador acabou por tocar com as suas rodinhas de seda o aeroporto JFK em New York.
Pronto, tá feito. Esperemos que a Airbus consiga sobreviver após um início tão atribulado do A380.



Notícia completa no site da euronews.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 21/11/09 14:51

Não sei ao certo se os netbooks vieram para ficar. Na verdade, nem me interessa assim muito. O que sei que é tenho tido algum trabalho com este tipo de computadores num ambiente corporativo. Os netbooks, são "mini-computadores excelentes para ver um filme, ler PDF's, ver um sitezinho ou outro escrever um texto, agora sobra de facto esta pergunta... E para trabalhar à sério todo o dia? Hum.... Há malucos que o fazem, e doidos que os preparem para tal:


A minha secretária com 4 Eeepc a serem preparados.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 21/11/09 14:31



Ah pois é! Está na hora, é o momento, é o agora ou nunca, o evento que todos esperavam! Finalmente o Jantar do meu agregador preferido: PLANETGEEK! Ora bem, é um jantar sim... Mas não para todos!
Vai ser um jantar unicamente reservado aos agregados, ou seja aos geekoïdes do planetgeek. Não os vou citar porque são de facto muitos -> http://www.planetgeek.org/geeks
Mas independentemente de tudo, vai ser dia 28 de Novembro 2009 às 20h00 num local secreto! Pois Ha Ha! Resumindo, aqui vão os assuntos da ordem do dia (noite):
  • Do mundo do Sushi depois da partida do Luis Miguel Silva para os States,
  • Da importância do Mac World para a economia Portuguesa,
  • Será que o KDE vai ownar as versões dekstop para Linux,
  • Concurso do iPhone com capa molhada (o iTouch também podem competir),
  • Twitter como IRC.v2 ?
  • Sondagem: será que vamos ver no Jumbo produtos cultivados no Farmville?
  • Será que os Geeks são realmente melhores na cama? ( 1 | 2 | 3 | 4 )
  • Outros assuntos podem ser colocados via: twitter, facebook, googlecalendar, googlep0rn, googleme, googlegeek, google er ... Ou simplesmente pela Mailling List que todos tem filtrada para ir à spambox :P

Neste momento, aqui vai a lista dos meninos (e meninas) confirmados:
  • Ruben Alves
  • Sofia Flores
  • Diogo Carvalho (com a esposa.RC.GOLD_v1)
  • Pedro Cardoso
  • Dana
  • Eduardo Balsa
  • Edgar Durão
  • Carlos Afonso
  • Marco Lopes
E esta lista é para crescer :P
Nota: o Eduardo  também lembrou-se de fazer um invite pela ML. Toca a responder!

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 18/11/09 22:24

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" ou no seu texto original "Tu es responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé" é sem dúvida das frases mais conhecidas da famosa obra de Saint-Exupéry - Le Petit Printe (1943).

Na sequência de uma semana próxima do "O Principezinho", hoje trago-vos esta frase para meninos crescidos. Cheia de filosofia, não posso deixar de focar a importância da palavra eternamente. Não só porque remete invariavelmente para a ideia do "para sempre", mas também pelo seu carácter imperativo. Não estamos a falar de objectos ou acontecimentos na vida. Mas sim, pelo lado humano do "Eu" como Ser intemporal e sem espaço, onde me relaciono com variadíssimos "Tu" os quais poderão ou não ter um impacto no meu "Eu" temporal e identificável.
Sou o que sou pelo que fui no passado e toco na alma de quem quiser receber-me numa relação causa-efeito que supera os encontros mundanos. Sem o querer, simplesmente porque o destino construído dos nossos Seres assim o quis, somos hoje intemporais e eternos. Tornamos-nos reciprocamente responsáveis pelo que deixamos um no outro - e assim será eternamente.

Ser amigos, é isso...

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 12/11/09 22:54

Apetecia-me estar aí, na cidade da luz num dia de chuva, a apreciar as gotas de água a caírem no meu rosto, a sentir o calor da cidade, o conforto do teu sorriso, dos ruídos pre-fabricados e construídos. Nem sei porquê... Mas hoje apetecia-me.


Clicar na Imagem para ver a panorâmica no tamanho original (13712px x 2166px)

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 07/11/09 18:51

Ora bem, alguém aqui recorda-se do Large Hadron Collider que aqui mencionei há mais de um ano?  Pois bem, então não que aquilo estava em obras - mas isso toda a gente sabia. O que nem se sabia assim muito, é que depois de pouco mais  30 milhões de euros para arranjar um cabinho que rebentou, o LHC volta ao ataque nas próximas semanas. Mas o que me dá mesmo ânimo, e fico mesmo tranquilo é quando leio:
"All I can say is that the LHC is a much safer, much better understood machine than it was a year ago"
Steve Myers (CERN big boss).

Wow, é sempre bom saber que estes meninos sempre souberam o que andavam a fazer. Principalmente quando o preço total deste brinquedo ainda mal se consegue consolidar. Mas verdade seja dita: "If it works, we will have built the most complex machine in history," said one. "If not, we will have assembled the world's most expensive piece of modern art."  Verdades que ninguém consegue amputar ao CERN.



Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 06/11/09 01:12

Este fim de semana fiquei a pensar sobre umas coisas que me marcaram ao longo da vida. E cheguei a conclusão, que existem certas palavras que conseguem criar o efeito oposto do que supostamente deveriam criar. Não sei se sou só eu, mas acho que sou alérgico a:
  • "Sabes, podes confiar em mim"
    Pois claro que sei.  E enquanto mais disseres isso, menos vou confiar. É limpinho como o destino.
  • "Acredita, sou de confiança"
    Acredito em tudo o que me dizes, mas confio mais nas coisas que se fazem. Não confio na confiança.
  • "Juro que dou"
    Wow... nem sei como interpretar isso... Mas mais parece que andaste a roubar para ter de jurar depois.
  • "Achas que estou a usar-te"
    Eu não acho nada, mas agradecia outras hipóteses de escolha.
Resumindo e concluído, a mentira é como o peido. Além de cheirar mal, geralmente o primeiro a berrar é aquele que pretende desviar a atenção para os outros, assim livra-se das suspeitas.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 06/11/09 00:53

E pronto, finalmente depois de tanta espera aqui está ele. Windows 7 (leia-se “seven” para os puristas, “sete” para o resto).
Passaram-se alguns dias desde do lançamento do Windows 7 em Portugal (22 de Outubro), e apesar das versões menos legais, decidi, tal como fiz com o Windows 98 comprar a versão oficial (sim sim!) para o meu ambiente caseiro. Não, não me esqueci do Linux (bem pelo contrário), mas como não sou nenhum purista gosto de ter os dois. E depois do fiasco do Windows Vista e 9 anos a levar com o XP, achei por bem evoluir e subir de um tom para este novo sistema operativo da M$ passando directamente do Windows XP para o Windows 7.
E novidades? Muitas! Mas se pudesse resumir o Windows 7; uma palavra diria: RÁPIDO!
Sim, é rápido, mesmo muito rápido. Primeiro, decidi instalar a versão 64 bits, depois aproveitei para fazer um overclock ao meu processador (de 3.4 para 3.7 Mhz). E não estou nada arrependido. Este novo Windows simplesmente comporta-se lindamente. Isto também corre com 4Gb de RAM, mas mesmo assim, comparativamente com o Windows XP atrevo-me a dizer que o 7 é bem mais rápido. Durante estes últimos dois anos, tive (a infelicidade) de ter de trabalhar com vários Windows Vista. E tem dado muito que fazer, nem que seja pelos seus estados de alma, comportamentos estranhos, consumos anormais de memória , disco e processador. Não, este seven é simplesmente BEM feito. Nota -se bem que trata-se de um Vista que deixaram nas pipas da M$. É um sistema operativo mais maduro, mais bem concebido. Diria eu mais inteligente.
Tirando o facto de ser mais rápido, também notei logo a possibilidade de remover componentes do Windows (ex: Internet Explorer 8, indexação de ficheiros etc..). Não é um sistema operativo da treta. Penso que com este, todo o público ainda agarrado ao XP vão rapidamente migrar para esta nova solução. O qual, apesar do seu novo menu (sim, sim... leram bem) que custa um pouco “entender” ao inicio, torna-se verdadeiramente indispensável pela forma como foi pensado. Aumenta realmente a produtividade pela rapidez com a qual encontramos as aplicações e colocamos os favoritos em todos os sítios.  Está bem feito sim... Recomenda-se  o Windows 7 para um dual boot com Ubuntu ou Fedora.
Parabéns Steve e claro a toda a equipa de desenvolvimento da Microsoft finalmente produziram um sistema operativo decente desde do Windows XP.


O Aero a funcionar na perfeição no Windows 7


O "tal" novo menu do 7. Apesar de não o achar intuitivo, confesso que agora sou um fã!


Os meus dois LG de 19´ com a ATI X550 foram logo detectados e configurados.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 06/11/09 00:32

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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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