class main AboutMe { exec(); }
Quem não conhece o famoso DIGG? O grande digg, o Super Digg, a máquina que consegue influenciar o trânsito na Internet, congestionar grandes servidores apenas com a quantidade astronómica de visitas originadas a partir do site deles? Objectivo do mesmo: os utilizadores são gestores do site e decidem através do seu voto, que notícia terá o privilégio de passar para a página inicial do Digg. Jornalismo de massas, onde quem manda, é o povo. Não inventaram nada, apenas souberam adaptar-se... Pequena adaptação que valeu ao Kevin Rose, já várias propostas milionárias para vender o seu Digg. Para quem não conhece aqui fica a dica: www.digg.com
Quem conhece ou ouvir falar, certamente terão também ouvido falar dos Digg Clones, aplicações web que permitem criar sites gratuitamente iguais ao estilo Digg. E foi o que aconteceu com o Paulo Querido e Miguel Vitorino com a plataforma “meneame”, que após grande trabalho de adaptação, foi baptizada por Domelhor.
“Cliente” do sítio desde do início, o meu registo completou exactamente 2 anos a semana passada, por isso, creio que seja uma boa altura para efectuar um pequeno balanço.
Tudo começou há dois anos atrás, onde ainda colocava algumas notícias, comentava e votava; rapidamente perdeu-se a vontade. Porquê? Simplesmente porque a falta de interacção entre a pessoa que coloca a notícia e o visitante, parece que o texto que diz “comentar” só aparece com o meu login! Era o único a recusar artigos e insurgir-me contra determinados “posters” que replicavam notícias no seu blog, publicavam no DoMelhor de forma a aumentar as suas visitas (este caso deu levantou alguns problemas ao Paulo Querido com o autor Brasileiro destas notícias). O problema deste tipo de coisas, é que sentimos que os “posters” colocam as notícias em prol do seu benefício próprio e não para melhorar a qualidade comum e global.

A essência mesma deste género de aplicações é mesmo no facto de poder entrar a martelada com os outros, deixar as suas bocas e sair. Ironia a parte, faz-me mesmo falta ler os comentários, de sentir alguma participação. Sentimos como se estivesse a alimentar o vazio, ninguém para dizer nada. Ninguém comenta e ponto final. Parece mais um forum só com um botão para criar um novo tópico, onde o programador simplesmente esqueceu-se de colocar o link para responder. O mais estranho, é que encontramos os Portugueses bem activos em todos no sítios internacionais (Neowin, Digg, Slashdot). Não é por nada, mas devemos realmente achar que a galinha do vizinho é melhor do que a nossa...

Voltando ao Domelhor.net, como se o problema dos comentadores não bastasse, a realidade é que o sítio está literalmente a ser invadido por artigos de interesse totalmente useless a força toda. Um lugar que deixou de prevalecer a componente jornalística, em prole de um enchimento de base de dados com fait-divers que só podem ter interesse a quem insere a notícia. Felizmente, a grande maioria destas notícias nem chegam a aparecer na página principal.

Quem tem por “missão” em votar em notícias pendentes (o meu caso), perde mais tempo em saltar de página em página passando-se com o lixo que por aí se encontra. Ainda há dias, vi um anúncio de emprego para .... o Brasil, notícias sobre brasileiros, copy/paste de blogs mais uma vez brasileiros. Recentemente ainda foram la parar notícias escritas em castelhano e quando não são notícias desprovidas de interesse, na maior parte das vezes tratam-se de traduções de outros sites. Lamentavelmente, parece que o nosso povo, não colabora muito para a criação de conteúdos nacionais. Falo por mim, já deixei de acrescentar coisas no Domelhor há mais de um ano. Como tantos outros utilizadores que assistiram ao nascimento do DoMelhor. Mas fica a desculpa fácil que também tenho produzido outras coisas, para outros sítios! Não posso fazer tudo como podem imaginar. Mas nem toda a gente faz isso, logo quando digo que as pessoas não colaboram, é obvio que é para ser lido no sentido generalista. Ou seja, o conceito de Massas não está presente na realidade Portuguesa!
Mas porquê? Onde andam os Portugueses quando estão online? Hi5, Msn? Sapo's, Blogs? Consumidores de informação em vez de produtores de informação? Realmente não sei... Será por sermos apenas 10 milhões de criaturas neste país?
Não digo que o site DoMelhor seja mau, ou que tenha perdido em qualidade, mas ao meu ver, deixou de estar a frente do “acontecimento”, é um agregador de notícias em atraso. E isso, não tem culpado ou responsável. Porque, como já disse, quem manda neste tipo de sites, são os utilizadores... Bad users maybe? A verdade, é que ler as feed do DoMelhor, é como ver os filmes no canal hollywood, já sem grande interesse, com pouca novidade... É a minha opinião e vale o que vale...
Enfim, tenho pena, porque há 2 dois atrás dava tudo para o sucesso do DoMelhor.... E hoje, já penso em remover esta feed do meu cliente RSS...
Não posso deixar este texto sem realçar o grande trabalho do  Paulo Querido e ao  Miguel Vitorino pelo esforço, dedicação e elaboração deste sítio web. Mas acredito realmente que sites como o DoMelhor tem interesse, mas não em Portugal. Talvez no Brasil ou Espanha, mas em Portugal não.

Nota: há outros sites tipo Digg em Portugal e no Brasil (Eu curti, Fixolas, OuviDizer, Rec 6, Linkk, overmundo, Dihitt, Outro lado, Link To, Link Loko, Nerdown, Diga.vc, Digago etc...), o meu texto basea-se no sítio DoMelhor.net porque foi dos pioneiro em Portugal e é um que realmente sigo todos os dias e pelo qual tenho um especial carinho.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 23/01/08 18:44

Talvez a questão não se coloque em Windows, visto apenas existir um ambiente gráfico, mas no mundo dos Unix/Linux, existe algo de fantástico é que é gerido por “serviços”, logo até o ambiente gráfico é um serviço (no windows existem as chamadas Shells que permitem mudar totalmente o aspecto gráfico do sistema operativo). O que permite, a criação e o uso de diferentes ambientes gráficos. Na competição aos ambientes gráficos existem dois grandes tenores: Gnome e KDE, além dos Xfce, Blackbox, WindowsMaker, TWM entre outros tantos... Recentemente, fez-se notícia do novo KDE4. Desejado e esperado por mim há algum tempo, visto as versões anteriores não me terem convencido realmente, hoje decidi meter as mãos na massa e testar o este novo brinquedo.

Modo de instalação para 1 pessoa / 3 minutos / nível: amador:
  • Editar as fontes dos repositórios:
    ruben@aioros:~$ sudo nano /etc/apt/sources.list
  • Adicionar nova fonte:
    deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-members-kde4/ubuntu gutsy main
  • Relançar a base de dados apt-get
    ruben@aioros:~$ sudo apt-get update
  • Finalmente, instalar o KDE4-core
    ruben@aioros:~$ sudo apt-get install kde4-core
Consoante o tipo de sistema instalado, o tempo de download poderá variar (no meu caso, vai ser realizado um download total de 106Mb), tudo pelo ppda.lauchpad.net, logo será contabilizado como tráfego internacional para os mais preocupados com esse detalhe.

Quando o último comando poderão gritar de alegria, saltar fora da sua cadeira, porque o KDE já estará pronto!
Agora, segunda fase, terminar com a sessão Gnome e iniciar o Ubuntu com a sessão KDE....





A primeira impressão do KDE 4 é francamente boa, ficamos temporariamente a pensar que os designers da Apple meteram a mão na massa. Pelo pouco que sei do KDE 3.5, repara-se logo que a nova versão manteve o menu principal  “a-la-windows-vista” com setas para trás, sub-ramificações etc.. Ou seja, para um “habitué” do Gnome, procurar pelas aplicações torna-se mais numa aventura do que numa tarefa. Após alguns cliques aqui ali, reparei que o KDE 4 “puxa” e muito pelo processador. O meu pobre portátil M6 que corre sem problemas o XP ou Gnome, vê-se nitidamente com problemas em apresentar a quantidade de gráficos e pequenos componentes que compõe o KDE. Passado outros cliques, o sistema começa a abrandar, até crashar... E puf, terminato KDE 4. Ainda bem que a semana passada tinha lido uma entrevista ao  Nuno Pinheiro (um dos responsáveis pelo design do novo KDE) que confessa que ainda existe muito por fazer para tornar o KDE 4 realmente estável. Confissão com a qual concordo totalmente. Mais uma vez, vou ficar-me pelo Gnome, afinal é tão prático, rápido e simpático, que dificilmente consigo de me livrar desta criatura.

Abraços embrulhados em gráficos*


Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 23/01/08 17:32

A ASAE, ou autoridade de segurança Alimentar e Económica, é um órgão de fiscalização horizontal, que interage em 3 níveis de sectores:
  • Saúde Pública e Segurança Alimentar
  • Propriedade Industrial e Práticas Comerciais
  • Ambiente e Segurança

Ou seja, a ASAE, acaba por ter um domínio de actuação bastante alargado, para não dizer quase total. Não podemos esquecer, que a ASAE não é uma instituiçãozinha de nada, com alguns poderes. É uma força de segurança ao mesmo título que a PSP ou PJ (Apesar de não serem legalmente habilitados para tal). Eles podem investigar, procurar, deter, realizar contra-ordenações, encerrar um estabelecimento comercial; no entanto não podem mandar parar um carro (para este tipo de intervenções precisam da BT).
A ASAE, como já referi, tem laboratórios a trabalhar para eles, agentes, podem recrutar equipas de intervenção. No fundo, é a nossa entidade protectora dos empresários mauzinhos que nos querem envenenar com produtos fora de prazo, produtos contrafeitos, insalubridade, perigos para a nossa saúde... Resumindo, a ASAE é a nossa amiga! Então porquê esta imagem? Vê-se cada vez mais este tipos de exemplos:
  • Fecho de um restaurante por ter capas de estudante como decoração (atraí o pó),
  • Fecho de uma depuradora por faltar um azulejo (e já agora obrigam uma pintura nova),
  • Entradas “musculadas” em Pastelarias,
  • Detenções aparatosas,
  • Abusos de poder.
Não querendo entrar em outros exemplos, ainda mais discutíveis do que estes, a realidade da ASAE confronta-se hoje em dia com um levantamento popular, uma imagem de durões insensíveis, blogs com textos revoltantes, petições online, um presidente pouco social mostrando-se arrogante em debates (ex: ASAE vs ARESP).
É totalmente verdade que esta gente “trabalha para o povo”, mas o quê que acontece quando o próprio vira-se contra a instituição que supostamente o defende? Não querendo tomar partido de nenhuma das posições, considerando que ambas estão certas, creio que a ASAE toma conta do seu papel demasiado à risca num país ainda habituado ao Deixa-Andar, impondo por vezes medidas de segurança alimentar um pouco excêntricas. Já  faltou mais para proibirem a venda de Queijos por considerarem que como tem bactérias, podem ser prejudiciais a nossa saúde. Esta medida não me surpreenderia em nada, tendo em conta de cada vez mais vivemos num mundo amukinado (brevemente um texto sobre a Amukinização).
Voltando ao tema da ASAE, li recentemente que a ASAE estava a receber um treino militar de ex-agentes dos serviços secretos Portugueses (sim sim, nós também temos pessoas qualificadas para isso!) e com elementos do corpo de polícia de intervenção norte-americano os conhecidos SWAT (podem consultar algumas notícias do dia 12 de Janeiro, aqui, aqui e aqui, há mais mas como ninguém lê as referências, não adianta por mais :P). Isto leva-nos cada mais a acreditar numa transformação da ASAE numa força de intervenção especializada e altamente competente. Não acredito muito nesta transformação, cada macaco no seu galho e a ASAE não é policia nem deve pretender sê-la. É o que é, e deveria talvez melhorar a sua imagem com a população antes de preocupar-se com os ciganos das feiras ou com os vendedores de sardinha. E porque não criar comunicação, informação, explicar como fazer planos de HACCP, sensibilizar tanto os proprietários dos restaurantes como os consumidores. Não há melhor polícia do que os próprios clientes.
Tal como o livro de reclamação, que antigamente era visto como a derradeira ameaça, hoje em dia perdeu muito valor ao olhos dos prestadores de serviço. Todos sabemos que apenas poderão arranjar sarilhos com a ASAE caso ela receba reclamações relativas à segurança alimentar (e não sobre serviço, problemas relacionados com clientes etc...). Este declívio aconteceu devido ao uso abusivo desta prática de pedir o livrinho por tudo e por nada. Todos os abusos são perversos ou tornam perversos. E se ASAE continuar com abusos, tudo me leva a acreditar que o a sua imagem ficará definitivamente manchada.
Resta-me a acreditar que isso não irá acontecer, porque a ASAE é de facto uma excelente arma de defesa, para nós, os consumidores.


Blog - Pastel de Vouzela
Tag Cloud de notícias sobre ASAE
Petição contra às novas medidas de higiene alimentar da ASAE.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 18/01/08 05:07

Como bom administrador de sistemas que sou (cuf cuf cuf...) conheço relativamente bem os tipos de ligação a Internet que existem no mercado, como funcionam (autenticação, camadas protocolares etc...) no entanto sou um zero absoluto no que diz respeito em saber qual dos pacotes escolher entre um SAPO ADSL, TVTEL, Netcabo, Clix entre tantos outros... E porquê? Simplesmente porque não ando a consultar os sites deles em busca de novos serviços, mais largura de banda etc... Estou muito satisfeito com a minha ligação (que por sinal é da Netcabo), considero que para acesso pessoal a Internet 1Mb em downstream com 256Kb em upstream é o suficiente para qualquer utilizador comum (tirando os leechers, leia-se p2p addicts). Por isso no que diz respeito a largura de banda, sei perfeitamente que a velocidade contratada pelo operador pode variar. Por exemplo, uma ligação ADSL varia imenso consoante a distância em que se encontra o equipamento com o comutador local. O mesmo acontece com o Cabo, que dentro do mesmo prédio, podemos ter tipos de ligação diferente, apesar do serviço contratado ser igual. Tudo isto não está apenas relacionado com a largura de banda física até ao ISP. Caso prático, numa ligação tradicional a Internet (leia-se páginas web), a diferença de velocidade pode ser ainda mais absurda, porque tudo depende do servidor ao qual nos ligamos para ver x ou y página. Por exemplo, qualquer ligação nacional vai poder navegar na página do sapo.pt relativamente rápido (porque há poucos routers entre o cliente e o servidor), no entanto, no caso de uma ligação a servidor Japonês, o tempo de demora pode duplicar, triplicar ou mais... Exemplificado com um simples ping, onde é importante relacionar o domínio com o país, e claro as distâncias.
Aqui no caso da Netcabo:

ruben@aioros:~$ ping -c 1 www.netcabo.pt
PING www.tvcabo.pt (212.113.174.13) 56(84) bytes of data.
64 bytes from www.netcabo.pt (212.113.174.13): icmp_seq=1 ttl=123 time=14.1 ms

--- www.tvcabo.pt ping statistics ---
1 packets transmitted, 1 received, 0% packet loss, time 0ms
rtt min/avg/max/mdev = 14.186/14.186/14.186/0.000 ms



E agora no caso do site da Nintendo (japão):

ruben@aioros:~$ ping -c 1 www.nintendo.co.jp
PING www.nintendo.co.jp (210.138.40.24) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 24.40.138.210.wd.2iij.net (210.138.40.24): icmp_seq=1 ttl=42 time=311 ms

--- www.nintendo.co.jp ping statistics ---
1 packets transmitted, 1 received, 0% packet loss, time 0ms
rtt min/avg/max/mdev = 311.274/311.274/311.274/0.000 ms



Ainda há pouco falava em duplicar ou triplicar, aqui a diferença entre o tempo de resposta é de 22 vezes superior para um servidor Japonês. Ou seja, enquanto mais longe, mais tempo. E não é só tempo, como também menos largura de banda! Porque cada router tem a sua própria capacidade de comutação, a sua própria rota (que pode variar consoante o tipo de pacote, carga,  políticas dos ISP etc..), claro aumentando o número de routers, as probabilidades do tempo de espera são maiores. E claro, tudo isto com o mesmo modem e ligação a Internet.
E então, como medir a largura de banda disponível? A resposta é simples: não podem! Porque existem demasiadas variáveis, definir um valor certo é simplesmente impossível. No entanto, o que se pode é medir ponto a ponto, com aqueles medidores de largura de banda disponíveis na internet (ex: www.speedtest.net que incluí um servidor Português) ou então, se quiserem dados mais precisos,  sempre podem usar ferramentas mais apropriadas, como o iperf.

Iperf, é uma aplicação em modo texto que corre do lado do servidor e do lado do cliente, para isso, basta que cada um dos computadores tenha o iperf instalado e que cada um corra o seu programinho.

Em Ubuntu a instalação é tão simples que até passa de comentários:

ruben@aioros:~$ sudo apt-get install ipref

Em Windows, terão que se dirigir até ao site deles e fazer o download do programa. Nem precisa de instalação, basta correr o .EXE que irá colocar o executável no seu computador. Depois é só chamar o iperf.exe

Vamos la exemplificar isso, primeiro abro o iperf do lado do servidor:

ruben@pegasus:~$ iperf -s


Depois, basta correr o cliente em qualquer máquina:

ruben@aioros:~$ iperf -c pegasus
------------------------------------------------------------
Client connecting to pegasus, TCP port 5001
TCP window size: 16.0 KByte (default)
------------------------------------------------------------
[  3] local 192.168.171.2 port 47936 connected with 192.168.171.1 port 5001
[  3]  0.0-10.1 sec  5.57 MBytes  4.64 Mbits/sec


O resultado aparece de forma resumida, neste caso a largura de banda entre os pegasus (servidor) e o aioros (cliente) é de 4,64Mbits/sec. De forma a mostrar as diferenças entre o tipo de ligação, o aioros está neste momento ligado via wifi, colocado há cerca de 10 metros, com 3 paredes a separar o AP com o computador. Logo, mesmo que tenha 20Mbits para a internet, o computador aioros nunca irá passar dos 4.65Mbits. O próximo exemplo, mostra uma máquina em windows XP, com ligação normal com cabos RJ45 directamente ligados ao switch.

C:\Documents and Settings\ruben\Ambiente de trabalho\iperf>iperf.exe -c 192.168.171.1
------------------------------------------------------------
Client connecting to 192.168.171.1, TCP port 5001
TCP window size: 8.00 KByte (default)
------------------------------------------------------------
[1912] local 192.168.171.9 port 2060 connected with 192.168.171.1 port 5001
[ ID] Interval       Transfer     Bandwidth
[1912]  0.0-10.0 sec   102 MBytes  85.3 Mbits/sec



Como podem ver, a diferença mais uma vez é colossal, é cerca de 18 vezes mais rápido usar uma ligação com fios do que sem. E tudo, com a mesma ligação ao computador.
Espero que estes pequenos exemplos, tenham conseguido mostrar o quando o conceito de largura de banda é relativo, e no fundo não significa grande coisa de forma global, mas sim apenas é uma medição momentânea, entre dois pontos, sujeita a variações, logo controversa.
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 18/01/08 04:29

Antes de começar, aviso desde já que este texto está relacionado com pretos, blacks, pessoas de cor, africanos, negros... Enfim, tudo é válido para deixar entender que não sou racista. Nem sei por que é que a  maioria das pessoas, quando pretende falar dos Africanos, refere sempre que não são racistas. Não é por nada, mas dizer que não se é racista é admitir a existência de raças. Logo, nem isso digo, visto acreditar que apenas existe uma raça, The Human Race. Enfim, passando o bloco introdutório necessário para não levantar a fervura dos mais sensíveis (inexplicável), este texto nasce de uma conversa que tive hoje a tarde, mas que já embrionava em mim há algum tempo. Há tempos, conheci uma família um pouco peculiar: a mãe era Africana, a filha era meia de leite, a outra filha era caucasiana (reparam, não disse branca! :P Mais uma vez, não quero sensibilizar ninguém) que, por sua vez, era toda loirinha de olhos azuis. Já agora a prima também era loirinha de olhos azuis. Média de idade: 19 anos.
O que mais me marcou, enquanto trabalhava com elas (sim, porque trabalhavam todas juntas, tirando a mãe) é que todas namoravam pretinhos (ok, ok, isto não é um "anti-ninguém", é apenas uma forma de dizer que eram garotos). Só que não era só um pretinho, mas sim cada um dos namoradecos que qualquer uma tivesse tinha de ser Africano. Totalmente agnóstico, sempre pensei que fosse coincidência. Até que durante certas noitadas em Lisboa, constatei que não eram as únicas, muitos casalinhos de loiras muito loiras, acompanhadas de africanos muito africanos. E claro, como se não fosse suficiente para abrir a pestana, vi com os meus próprios olhos vários "engates" (daqueles engates que em 4 minutos e 37 segundos já se misturam líquidos bucais) de adivinham.... Pretinhos e Loirinhas...

Pensando que talvez fosse eu, por estar entusiasmado com a minha descoberta, nem reparei na pretinha a namorar o branquinho, no gordinho a engatar a anãzinha ou no bimbinho a apalpar a bimbinha (Bolas, isso de usar substantivos diminutivos dá uma ideia muito menos credível... ).

Voltando ao início, hoje à tarde, surgiu por acaso este assunto, onde a pessoa em questão também tinha reparado neste pequeno pormenor. Nada melhor para revigorar o meu ego. Finalmente, não sou assim tão doido ou, pelo menos, não sou o único! Mas surge a pergunta... Porquê? Esperem aí, os africanos são uma minoria étnica em Portugal, por que é que acabamos por encontrar em grandes proporções pretinhos com loirinhas? É moda? É um lobby? Porquê que a proporção contrária não se verifica (pretinhas com branquinhos)? E finalmente, porquê loiras com africanos e não Indianos, Ciganos, Espanhóis, Húngaros ou Russos?

Pela sua natureza étnica, qualquer comentário sobre este assunto pode ser lido como xenófobo, mas, para ser sincero, há uma resposta que flutua na minha mente que não tem nada a ver com cor de cabelo ou pele. Uma resposta com algum teor estatístico evidentemente, mas, pela sua falta coerência e principalmente pela divergência nos resultados, prefiro nem acreditar que seja por causa de um .... mito.

Há estudos que confirmam o mito, outros que o desmentem. No nosso mundo portuguesiano, há que recordar o estudo de Nuno Monteiro Pereira sobre o tamanho do pénis em Portugal que confirma o mito, outros sítios com questionário online confirmam estes resultados. No entanto, há um grande site chamado sizesurvey que demonstra o contrário e deita o mito abaixo. Mas afinal, quem é que está certo? Será assim tão importante? Mas que raio... A meu ver, não. Creio que o mais importante numa relação é definitivamente o que sentimos apesar do sexo ter uma grande responsabilidade no equilibro do casal. Mas não pode estar directamente relacionado com o seu tamanho. Quem ler isso, até pensa que o autor deste texto deve ser possuidor de um micro-pénis... My god... Para onde é que este texto está a ser encaminhado... Já agora, já repararam como é curiosa a forma como os homens interpretam a sua masculinidade em relação ao tamanho do seu falo...Bem... Vamos la por ordem nisto...

Gostava de terminar este texto com uma nota sobre a minha interpretação nocturna, que volto a dizer, não tenho nada contra, apenas achei giro a constatação. Só espero que as pessoas sejam muito felizes. Porque é isso que levamos e deixamos depois de partir...

(in a deep fool ending)

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 16/01/08 23:47

Como disse o Senhor Paulo Bento este fim de semana...

"Estou muito mais próximo de sair agora, do que estava quando entrei"

Linda frase, de cariz mítico e profunda.... Está decidido, também vou pentear-me como ele. Talvez saía alguma coisa de coisa de jeito no próximos textos.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 16/01/08 17:58

Alguém desta plateia já teve insónias tão grandes, fortes e pesadas que era impossível dormir, a não ser que estivesse deitado num sofá confortável ou simplesmente numa cama a ver um programa de desprovido de sentido, interesse que lentamente o levasse para o mundo maravilhoso do sono?
Já que vejo todos com os dedinhos levantados, confesso que sou King of the Castle para ficar acordado até tarde (basta verificar com as horas tardias dos meus últimos textos). E claro, nem sempre quero ficar a trabalhar em frente ao computador, por isso ligo, como toda a gente, ligo a televisão.
Há algum tempo que ouvia falar do Porto Canal (ainda não cerquei o objectivo de colocar o nome da cidade antes da palavra “Canal”), mas como é de longe das minhas maiores preocupações, tenho andando totalmente afastado do seu crescimento. Acontece, que ontem tive uma das maiores surpresas! Não é que eles pagam um cómico de Stand-up para fazer um programa de 60 minutos, onde o trabalho dele é apenas ler as mensagens (SMS) que são enviadas pelo telespectadores, e dar o seu pequeno bitaite. Bem, mas aquilo é lindo! Finalmente um programa “xunga” (dito a moda do Porto) mas com interesse! Esquecem as insónias, o programa Chat do Porto Canal, tira tudo menos a isónia! Mil vezes melhor que a pindérica da TVI, o Hugo Sousa, é protagonista de 60 minutos de pura improvisação, um estilo brilhante, patética mas convincente, as vezes com piada outras menos.  Atinge o seu objectivo sem problema, ou seja, simplesmente ler e comentar SMS... Chapeau L'artiste...



Chat - No Porto Canal, de segunda a sexta-feira às 2h30.

Blog do Hugo: http://ohugosousa.blogspot.com/
Página do Chat no sítio do Porto Canal: aqui.
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 16/01/08 05:39

Trata-se de uma música que descobri no Lado-B, é dos TeddyBears e tem por nome Yours To Keep tem por convidada a Neneh Cherry, faz parte do album SoftMachine de 2007. E é simplesmente linda....

Won't you call my private number?
We can go away for the summer!

We can drive around with the top down
Stereo turned up loud with a fat sound
Cause I'm yours to keep if you want to

But I hear that you wanna ditch me
But you know I'm not such a bad seed.

We can drive around with the top down
Stereo turned up loud with a fat sound
Cause I'm yours to keep if you want to
Cause I'm yours to keep if you want to

We can have some fun with an ear drum
We can bang away on the tom tom

We can ride around with the top down
Stereo turned up loud with a fat sound
Cause I'm yours to keep if you want to

Won't you come on down to the freak show?
He can sit and watch as my hair grows.

We can ride around with the top down
Stereo turned up loud with a fat sound
Cause I'm yours to keep if you want to
Cause I'm yours to keep if you want to
and I'm yours to keep if you want to...



Como é por hábito,  o link da música vai estar online alguns dias.

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 16/01/08 00:55

Dia 31 de Dezembro 2007, dia histórico para o fumador veterano! Foi o último dia do cigarro após o CRF, ou do jovem discoteiro com o cigrarrinho a fumegar. Terminato! Dia 1 de Janeiro, tirando o António Nunes no Casino do Estoril ninguém pode e poderá voltar a fumar nos seguintes lugares (fonte).

Sinceramente, acho muito bem! Ninguém tem que levar com o vício dos outros. Sempre foi uma coisa que achei estranha em restaurantes, onde numa mesa os fumadores mais civilizados, ainda esperavam pelo fim da refeição para fumar. Mas nunca se lembravam que a mesa por trás da dele poderia ter de chegar ou que estivesse a deliciar-se com o robalinho grelhado... Não, acho muito bem! Agora, aquele depois do café... Bem, não vale a pena pensar no que se podia fazer o ano passado...
Já agora, tenho algumas dúvidas em relação a abrangência da lei. Por exemplo, um fumador fuma dentro do seu carro, com os vidros abertos, no parque de estacionamento de um centro comercial. Será legal?
Fumar sentado no parapeito de uma janela? Fumar na casa de banho de um restaurante (é separada fisicamente e tem extracção de ar) ? Acho que a lei não deveria ser lida de forma tão extremista, mas sim levado a cabo com bom senso comum apesar de ser difícil para a maioria de nós fazer uso deste bom senso. Claro que não se fuma numa casa de banho, claro que não fuma no parapeito de uma janela, mas porquê que não havia de fumar no parque de estacionamento? Não é bem menos grave ser condescendente com o pobre fumador que esteve preso no centro comercial sem poder fumar do que com os gases tóxicos dos escapes dos automóveis? Sinto como uma mudança de 8 para 80, extrema e talvez mal preparada ou esquecendo que o tabaco não é apenas uma escolha, mas que para muitos fumadores um verdadeiro problema, cujo vício envenena dia após dia o seu corpo. Há muito para fazer ao nível de tabagismo, mas a verdade, é que esta lei é um excelente ponto de partida, espero que seja o inicio do fim do tabaco....

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 15/01/08 20:07

Ainda há dias tinha de baixar o volume das colunas quando entrava em alguns sites, porque havia uma publicidade cujo anunciante permanecia desconhecido onde uma música toda envolvente e animadora se fazia ouvir. Pensando que até se poderia tratar da Optimus (Meios e Publicidade ajudou na dica :P), até achei interessante. O mais genial disto tudo, é que era mesmo da Optimus. And you know what? Nova imagem, nova música (bye bye os Mew com a sua loving song), novo template, novo site, novo slogan, novo tudo! Mas ainda não chegamos a melhor parte, porque fazendo isso e sendo a Sonae por trás da máquina Optimus, a campanha publicitária simplesmente bombardeou tudo o que era paragem de autocarro e outdoor. Mas com muitas variações. Vez vagamente recordar a publicidade do Continente, que apenas tinham uma palavra (era algo dentro do estilo: Amor, Amizade, Apaixonado) pelo tema, e a TMN pelo tom imperativo ("Até Já").
No entanto, adorei as frases, são simplesmente lindas de sentido, valorizando as emoções, comunicação (mau era se não fosse...), as relações interpessoais e claro: LOVE!
Mas que publicidade tão Sexy! Aquilo do Magma (sim, é Magma frio ou morno... Mas quente não é de certeza) é tão lovely, parece um embrião, pasta de modelar, algo fofo como um peluche, parece doce.... Bem, só apetece pegar naquilo e brincar também. No entanto é agora que vem a parte inspiradora deste texto, são as Frases. Nem sei como é que se faziam filhos em Portugal antes destas frases. Frases, tão inspiradoras, modernas, que nem os textos do José Cid ou do Senhor Quim Barreiros conseguem enfrentar, aqui segue uma pequena compilação:
  • Ninguém vive sem Aventuras (Ambígua como afirmação...)
  • Ninguém vive sem Palavras (yap... é verdade)
  • Ninguém vive sem Paixão (há quem consiga...)
  • Ninguém vive sem Amigos (espera aí...)
  • Ninguém vive sem Emoções (Buh...)
  • Ninguém vive sem Surpresa (Bah...)
  • Ninguém vive sem Novidades (viva a Optimus e as suas notícias!)
  • Ninguém vive sem Falar (Palavras... Falar... Redundância abusiva talvez? Não achas Belmiro?)
  • Ninguém vive sem musica (Queres me vender os teus toques polifónicos não é?)
  • Ninguém vive sem jogos (Será que o meu telemóvel suporta Java?)
O mais giro, é que no fim, ainda tem o discernimento de me perguntar: "Do qué que precisas?" Paz e Amor, e já que insistas, talvez uma publicidade menos agressiva, menos massiva, mais inteligente, apesar de saber que o marketing dos tempos modernos não se baseia nas qualidades do produto mas sim nas emoções adjacentes, acho esta campanha tudo menos cativante! Ainda mal que já tenho Optimus, caso contrário não compraria nada... Só por me feito passar uma semana a ler outdoors e impressões A1 com frases grotescas.... Talvez não seja o único, talvez seja por isso que as acções nem se mexeram...
O que vale, é que há pessoas que se sentiram inspiradas (espero eu...) e enviaram frases todas bonitinhas em SMS às suas namoradecas ou aspirante ao cargo.

Até já... hum... Now?

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 14/01/08 05:02

Explicar o que são RSS é um pouco como complexo. Não que o seu objectivo o seja, mas sim pela confusão de versões e pelo seu conceito. Apear de se ouvir imenso falar no dias de hoje, trata-se de uma tecnologia já bastante antiga (alias, todas as tecnologias antigas estão na moda, depois um dia explico o porquê destas palavras....) que para todos os efeitos nasceu em Janeiro 1999! Não só nasceu, como deu-se logo uso no site da Netscape (por falar nisso, RIP Netscape), pouco tempo depois, sítios como CNN, REUTERS ou mesmo BCC. Pouco depois, com a mania dos blogues, sites sociais, forums, a sua expansão foi simplesmente exponencial.

Mas afinal o que são as RSS? Para ser claro, trata-se de Fluxos de Informação. O significado das letras muda consoante a versão em questão:
  • Rich Site Summary (RSS 0.91)
  • RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
  • Really Simple Syndication (RSS 2.0)
Neste site, decidi implementar a versão 2.0, porque é mais flexível e adapta-se melhor ao que pretendo fazer. Para o utilizador final, vai tudo dar ao mesmo, nem sabe, nem precisa de saber qual é a versão em uso.

Mas afinal para que servem as RSS? Para ser novamente claro, as RSS servem para partilhar a informação entre dois pontos - emissor -> receptor. O primeiro é geralmente um servidor web que aloja  um sítio que disponibiliza as RSS, o segundo pode variar, e é aí que está a magia de tudo isso! Tratando de um simples ficheiro de texto, acaba por poder ser lido por qualquer dispositivo que tenha acesso a Internet, isto incluí  navegador Internet (Firefox, Internet Explorer), cliente de e-mail (no meu caso uso o Thunderbird), programas específicos para receber RSS, aplicações (widgets), telemóveis (alguns Nokia, iPhone entre outros). Por exemplo, para os mais "sortudos" que tem o Windows Vista, terão certamente reparado que existe na coluna da direita uma opção para adicionar fluxos RSS. A grande ideia por trás deste conceito é que a informação vai até ao utilizador, e não ao contrário como acontece numa página web. Pondo na prática esta ideia, imaginem uma aplicação que tenha várias RSS Feeds registadas (notícias, desporto, tecnologia, imagens etc..), mal se conecta a Internet, a aplicação liga-se a todos os sítios dos RSS e coloca-lhe a sua frente todas as últimas actualizações. As RSS não são apenas uma questão de moda, é de facto algo que se vai tornar algo "por defeito" em todos os sítios web dinâmicos, porque é de facto realmente prático.

Voltando ao meu recanto, estive a programar 3 fluxos RSS que vão buscar em tempo real tudo o que for feito de novo neste site:

- Informação teórica sobre RSS Feeds:  http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS
- Programa que permite ler RSS em Windows: http://www.feedreader.com/
- Programa que permite ler RSS em Mac: http://www.pixelatedsoftware.com/products/pixelnews/index.html
- Programa que permite ler RSS em Linux: http://liferea.sourceforge.net/
- Plugin para o outlook que permite ler RSS: http://www.intravnews.com/
- Google Reader (receber e ler feeds online): http://www.google.com/reader/view/
- E claro, sempre podem usar o Thunderbird, que suporta nativamente as RSS Feeds, o que ao meu ver acaba por ser o mais prático, porque reúne "e-mail"+"RSS Feeds". A nova versão do Internet Explorer também suporta fluxos RSS, no entanto, gostaria de meter o dedo da ferida, indicando, que o Firefox já os suporta nativamente desde do início.


Bons ventos  e bom fim de semana para todos!

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 12/01/08 13:59

Ah, Londres, Paris versão Britânica, cidade húmida e fria pelo seu clima, suave e elegante pelo seu charme...
London's calling, não tem a ver com a Música do mesmo nome (The Clash), mas sim recordei-me de uma passagem do "meu" filme, As Bonecas Russas (acho que desta vez ficou clara a minha panca pelo filme), está no minuto 1:30 desta montagem, representando mais uma vez, o casal mais romântico que tenha visto no Cinema:


Esta curta passagem no Double Deck marcou-me, não só pela wendy (ok, ok estou um pouco apaixonado por ela), mas pela cidade, achei a parte que está em segundo plano absolutamente fantástica, visitar Green Park ou St. James Park... Dizem que Paris é a cidade do amor, mas continuo a achar Londres muito mais sexy :P

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 11/01/08 15:18

A empresa GFI que ganhou protagonismo ao longo do anos essencialmente pelo seu scanner de vulnerabilidades, é hoje uma das grandes empresas do segmento, incorporando uma série de ferramentas ligadas a segurança informática publicou em meados de Dezembro do ano passado um inquérito com resultados preocupantes. No meio de todos os dados,  o número que salta mais a vista é sem dúvida este: 40 das PME's Americanas não estão seguras. Este valor é sem dúvida controverso na medida que a segurança informática é de facto muito escalável, vai desde do virus por e-mail passando pelo ataque puro e do de hackers ou crackers até ao roubo de material informática (portátil, disco rígido etc..). No entanto, o papel do administrador de sistema é impedir que isto aconteça, tendo sempre em mente o número mágico de 100%  de uptime, apoio aos utilizadores etc...
O pior disto tudo, é que 42% confessam que estão preocupados com o estado da segurança da sua rede e que apesar dos 92 %  usarem serviços como firewall e antivirus, 80% usarem filtros de e-mail, as redes continuam frágeis. Não só pelo lado de fora, mas como também por dentro, referindo os problemas ligados a inserção dentro da empresa de aparelhos como iPod, PDA's considerando que correspondem a uma falha de segurança (é tão fácil copiar um projecto num disco USB....)
Recordo que os Estados Unidos é um dos países onde a segurança informática teve um forte crescimento, onde as empresas estão realmente mais preocupadas com ela do que por exemplo em Portugal. Sem dados estatísticos, apenas falo da minha experiência própria tenho mesmo a sensação que ainda são poucas as empresas que não estão preocupadas com a segurança. Das que conheço, certamente apenas 20% tinham esta preocupação em mente, de resto a sensação global é que o sistema é seguro por si próprio e não precisa de grandes mudanças... Nada de mais errado...
Por exemplo, vou aqui mostrar o resultado de um port-scanner de uma empresa conhecida. Que, como é obvio irei calar o nome:

ruben@aioros:~$ sudo nmap -sS ********
[sudo] password for ruben:


Starting Nmap 4.20 ( http://insecure.org ) at 2008-01-09 14:00 WET
Interesting ports on ********.pt (********):
Not shown: 1666 closed ports
PORT     STATE SERVICE
21/tcp   open  ftp
25/tcp   open  smtp
53/tcp   open  domain
80/tcp   open  http
88/tcp   open  kerberos-sec
110/tcp  open  pop3
119/tcp  open  nntp
135/tcp  open  msrpc
139/tcp  open  netbios-ssn
143/tcp  open  imap
389/tcp  open  ldap
443/tcp  open  https
445/tcp  open  microsoft-ds
464/tcp  open  kpasswd5
548/tcp  open  afpovertcp
563/tcp  open  snews
593/tcp  open  http-rpc-epmap
636/tcp  open  ldapssl
691/tcp  open  resvc
993/tcp  open  imaps
995/tcp  open  pop3s
1026/tcp open  LSA-or-nterm
1029/tcp open  ms-lsa
1720/tcp open  H.323/Q.931
1723/tcp open  pptp
3052/tcp open  PowerChute
3268/tcp open  globalcatLDAP
3269/tcp open  globalcatLDAPssl
3389/tcp open  ms-term-serv
5060/tcp open  sip
8082/tcp open  blackice-alerts

Nmap finished: 1 IP address (1 host up) scanned in 3.747 seconds
ruben@aioros:~$


É realmente incrível o número de portos abertos para a Internet,  qualquer malandro cibernético seria encantado com resultados deste tipo. A fraca segurança de certas empresas, não é tão grave como a ausência desta preocupação. Recordo que as empresas tem imensos dados pessoais, tratam de contabilidade, fazem um mundo circular; não se trata apenas do computador da empregada que utiliza para ver os seus amigos no Hi5 e conversar no MSN.

A minha grande pergunta surge não perante estes resultados, mas sim perante os números apresentados pela GFI, que demonstra sérios problemas (mesmo se alguns deles são bastante discutíveis) num país em que existe uma preocupação,  num pais onde existe segurança informática há vários anos. O que poderei dizer sobre o nosso pais? Apesar de há pouco não ter fornecido dados matemáticos, neste caso, posso adiantar que no espaço de um pouco mais de ano, o site itjobs.com.pt (ofertas de emprego no ramo da informática) publicou 29 ofertas de emprego relacionados com segurança, num universo de 3300 ofertas....


- Inquérito da GFI: http://www.gfi.com/documents/rv/smbsurvey.pdf
- Resumo do inquérito: http://www.gfi.com/news/en/smbsurvey2.htm

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 09/01/08 14:36

Finalmente! Finalmente consegui voltar a ouvir uma das minhas músicas preferidas.... Dido - Here with me :)
Nada de importante, mas para mim it's a big step e tem muito sentido....

Boa semana para todos !

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 09/01/08 00:08

  ÚLTIMO MÊS: Agosto 2011

  Sobre.Pessoas.pt (21/08/11)
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  TEXTOS EM ALTA!

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  website.updates-status-v1.pt (30/01/11)



FOTOGRAFIA ALEATÓRIA: Implacabilidade

Implacabilidade

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

[...] Farto de escrever... | pausa II

~~~


No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

Talvez seja o lugar mais sensato para me conhecer... Ou pelo menos, iniciar-se nesta longa viagem que é o meu Ser...
[...] Farto de escrever..| stop .

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