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Ontem acabava o dia desconfiando sobre um dia mais ameno. E de facto, não estava enganado de todo. Hoje (1 de Junho), apesar da manha ter estado junto à piscina – o que é sempre algo de muito emocionante. A tarde revelou-se muito, mas muito mais agitada.  
Logo depois do almoço, entramos em grupos de 8/9 pessoas em 4x4 (Land Cruisers), todos eles com peles de bovinos (ovelhas ou cabras) no tablié. Pareciam os azeiteiros da ponte Vasco da gama, mas todos com o mesmo carro versão Mad Max. E era mesmo! Do topo dos seus 20 anos, Khaled, que já não andava num camelo, demonstrava no entanto muita perícia no seu 4x4 tuning.



Começamos a viagem no hotel, passado poucas curvas e rotundas a manada de jeepes fez uma cortada directamente num prédio em construção no qual lá estava uma patrulha de policia para um check point. Entregou ao khaled um papel com o número do carro e dos passageiros que trazia. Depois disso, a escapada pelo deserto Este (existem dois: à esquerda do Nilo que é chamado o deserto Oeste ou deserto Libiano e o da direita que tem por nome deserto Este).
Pelo caminho tivemos a oportunidade de sair do todo o terreno e atravessar uma duna à pé. Por ter descido à correr com mais de 40 graus, fiquei gravemente cheio de sede, felizmente estava uma manada de turistas Italianos, aos quais cravei um copo de Fanta Laranja (nunca imaginei beber Fanta FRESCA no meio do deserto!).





A viagem continuou e acabei por simpatizar com os outros elementos do carro e obviamente com o Khaled que fazia questão de mostrar o seu rádio K7 com uma ligação via rádio a uma Pen USB, com obviamente, música local bem alto. Foi uma experiência estranha ver um puto de 20 anos conduzir a mais de 80kms pelas dunas com música Árabe! Mas depois do piloto de autocarros na viagem para Luxor, os meus reflexos já estavam habituados à condução egípcia.
Quando chegamos ao chamado acampamento de nómadas, a primeira coisa que me marcou foram mesmo as instalações enormes para os turistas. Nitidamente, com arcas frigoríficas, sanitários e claro electricidade, tratava-se de nómadas já muito sedentários e “turistizados”. Não ponho a dúvida a origem étnica das pessoas que nos acolheram, mas é por pouco...



Apesar de tudo, enquanto andávamos de camelo e víamos às peças artesanais à venda, outro grupo encarregou-se de preparar-nos o jantar. Uns grelhados fantástico com carne local e frango na brasa.



A noite terminou bastante cedo, com uma bailarina já com uns extra-quilos a fazer dança do ventre. Não quero ser má língua, mas já vi em Lisboa bailarinas Portuguesas com mais estilo a dançar. Mas valeu o esforço e principalmente os cantos nómadas e toda a festa que proporcionaram.
Penso que apesar de mais uma vez tratar-se de um percurso industrialmente turístico, ir ao deserto é uma das melhores experiência para quem procura a desafios  e paisagens Africanos desérticos deslumbrantes.


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Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 22/06/10 00:41
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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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