class main AboutMe { exec(); }
Como já é sabido El-Rey Dom Google já disponibiliza as suas API (Application programming interface) já há algum tempo. É comum ver aplicações desta integração em sites nomeadamente com o Google Maps. Na realidade existem muitas outras facetas desta API que são igualmente fáceis de integrar com páginas em server-side (ex. PHP, ASP, JSP, Ruby etc..).
Há relativamente pouco tempo, El- Rey, monarca absoluto das terras cibernéticas, lavrou meia dúzia de servidores e gajos competentes e disponibilizou o Ajax API Playground. O Playground, é um lugar mágico, onde qualquer programador encontra exemplos das API del Rey num só sítio, onde não só é possível classifica-las, seleccioná-las como também editar o código e ver o resultado em simultâneo.

Digo que, garantidamente, era uma funcionalidade que fazia imensa falta, devido a imensidão das possibilidades destas API. Eu próprio já andei a brincar com isto, brevemente irei colocar um pequeno exemplo de como usar o PHP e MySQL para gerar código JavaScript integrando assim com esta API.

No entanto, fiquei um pouco pensativo. Porquê que o Google faz isso? Toda a gente sabe que o negócio do Google não é ser um motor de pesquisa, mas sim o grande negócio do Google é a Publicidade. É isso que dá dinheiro! Então porquê disponibilizar ferramentas de aplicação para o comum dos mortais, criar recursos em servidores, dar o fruto do trabalhos dos seus funcionários? Onde é que eles querem chegar com isso?

Já se falou por aqui do GoogleOS, eventualmente baseado em Linux, que tivesse todas as aplicações do Google já integradas (veja o exemplo do gOS – que não é do Google) . Paralelamente a isto, temos o browser do Google: o Chrome (ainda não aconselhável as almas sensíveis) que acabam por ser aplicações do lado do cliente. Mas também temos imensas aplicações web. Todas elas nos leva a acreditar que o conceito do El-Rey é mesmo albergar todos os recursos dos seus vassais através da disponibilização de serviços com uma qualidade acima da média. Gmail, Google Pages, Picasssa web Album, Google Docs, Blogspot, Youtube, Google Maps, Google Groups e todos os outros serviços gratuitos do Google. As bases de dados do Google, já devem conter a maior parte dos dados do mundo cibernético, preferências de busca, gostos, densidade populacional de certas áreas entre centenas de outras coisas que me escapam. Isso é uma mais valia para uma empresa cujo core bussiness é sem dúvida a publicidade.

O Playground, é mais uma forma de simplificar a oferta de um produto gratuito do Google. Ao meu ver, a ideia conceptual do Google OS passa sem dúvida pela disponibilização das aplicações, tal como um sistema operativo faz com as suas bibliotecas (as tão famosas DLL do windows por exemplo). Estamos, perante, o inicio de uma nova forma de programar: a Linguagem Google, que pouco à pouco irá levar ao Google OS. Aí, deixa de ser um sistema operativo tal como o conhecemos, mas um conjunto de aplicações remotas e internas que irão gerir não só a navegação na Internet como também a parte física (hardware) consoante os gostos e os desejos do utilizador.

Regressando à analogia do Rei, vassais e Google, podemos dizer que agora, para cavar a terra (que já era do El-Rey), usas a enchada que agora também pode ser El-Rey Google. Não sei se ela é melhor, mas que é mais prática, isso é!

Hiperligação: http://code.google.com/apis/ajax/playground/
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 02/02/09 22:25
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Não precisas de ter asas para voar...

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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