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Já repararam como o fim do mês de Dezembro é sempre um mês propício para coisas catastróficas?
Obviamente que esta pequena lista poderia adaptar-se a todas épocas do ano. Mas na realidade, os eventos que mais me marcaram foi sem dúvida o terramoto em Bam, o tsunami no sul da Ásia , o Pipeline e claro o tema de actualidade: A Faixa de Gaza!
Gaza, ah Gaza... Impossível escrever algo que conseguisse resumir a catastrófica situação nesta zona do globo fez agora 60 anos. Por isso, vou tentar resumir... Toda a zona de Israel tem sido ao longo dos tempos uma zona de conflitos, invasões/expulsões. Esteve sob o domínio assírio, babilónico, persa, grego, romano, bizantino e sassânido. Sendo tradicionalmente a terra do povo Judeu, toda zona da Palestina/Israel foi ao  longo do séculos expulsa. A população judaica ficou cada vez menos presente até ao século 7 d.C. onde todo o território acabou por ser dominado pelos Árabes.

Depois da segunda guerra, as Nações Unidas decidiram criar um estado de Israel para os Judeus que quisessem viver la. Devido a origem do povo Judeu, e de toda a sua história, foi criado o estado de Israel no coração do mundo Árabe, tirando grandes porções de terra aos Palestinianos. Este estado foi criado dia 14 de Maio de 1948.

Esta guerra, no fundo não começou dia 26 de Dezembro 2008, mas sim dia 15 de Maio 1948 (um dia depois da formação do estado) quando a liga Árabe atacou o recém nascido  como forma de protesto às Nações Unidas, insurgindo-se assim da decisão tomada.
Apesar das suas 24 horas de vida, esta guerra foi bem sucedida para os Israelitas, que acabaram por recuperar mais porções de terreno das originalmente cedidas pelas Nações Unidas.

Dia 24 de Dezembro 2008, militantes palestinianos acabam por quebrar o cessar-fogo com a duração de 6 meses assinado em meados de Juno. O que despoleta toda a fúria Israelita dia 26, com cerca de 250 mortos nos primeiros dias. Hoje é dia 7 de Janeiro, e a situação está longe de ficar resolvida.

A piada (ou a falta dela...) de tudo isto, é que facto, ambos os lados são totalmente responsáveis pelo que está a acontecer. Recordo, que em Novembro 2008, militares Israelitas mataram 6 homens armados do Hamas num Raid. Logo, o cessar-fogo já tinha sido quebrado pelos próprios Israelitas passado 4 meses. Os Palestinianos, pelos menos, tiveram a decência de mostrar o seu ódio poucos dias depois do cessar-fogo.

Esta guerra, que dura há 60 anos, é o palco dos maiores conflitos dos tempos modernos, governada pelo ódio das pessoas, pelo dinheiro e todo o armamento militar. A palavra “desproporcionada” tem sido várias vezes usada pelos políticos para qualificar esta reacção Israelita. Confesso que partilho esta opinião, não considerando justo, nem justificável centenas de mortes em nome do ódio. Apesar dos Palestinianos serem considerados como Terroristas pelos Israelitas, não consigo entender como uma guerra pode justificar o seu próprio motivo.

Leituras aconselháveis:

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 07/01/09 19:03
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Implacabilidade

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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