class main AboutMe { exec(); }
Esta noite, nas minhas conversas nocturnas, tive o prazer (mais uma vez) de falar com a minha amiga Eumesma, estávamos nós como sempre a falar das nossas vidas, problemas e dos nossos amores. Dessa conversa ficaram várias frases em memória, mas esta particularmente ficou-me na memória:

É assim que eu vejo o amor.. não por aquilo que ganhamos mas por aquilo que podemos perder.


Não querendo estabelecer nenhum paralelismo com qualquer tipo de ideias ou remeter este conceito como sendo uma verdade, acabo por pensar que é uma forma bem interessante de decifrar o que realmente podemos sentir na perda de alguém. Podemos decifrar o que sentimos por alguém não só pelo que temos (ganhos) mas também pela via inversa (pelo que perdemos).
O contra-peso da falta, do dia sem amanhã, a profunda falta da existência do que pensamos ou julgamos amar não é apenas uma forma de assumir pela negativa o que sentimos pela positiva. No entanto, cara amiga, penso que já sabes que não devemos apenas "medir" o nossos sentimentos positivos desta forma. Numa relação amorosa, o amor sentido pela outra pessoa também pode ser avaliado não só pelo que temos, o que podemos perder mas também a suposição do que pode vir a acontecer, ou seja muito depende do potencial de uma relação. Gosto de falar em química de uma relação, porque não sabemos o que é, mas sabemos que sentimos.
Para terminar este breve pensamento vago numa falsa e impossível conclusão, sem retorno ou consequências. Para mim, o amor é aquilo que temos, aquilo que podemos potencialmente perder, e também tudo aquilo que achamos que podemos sonhar com a outra pessoa. Porque não admitir isso este último, seria condenar o futuro do que pode ser vivido.


Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 31/12/08 01:19
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A tua espera

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

[...] Farto de escrever... | pausa II

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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