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Após apenas dois meses depois da saída do Ghosts I-IV em creative commons, os NIN voltam a lançar outro álbum sob o mesmo tipo de licenca: The Slip. Tal como aconteceu com o último album, podem fazer o download gratuitamente das músicas sem DRM, podendo assim distribuir, remixar, partilhar todas as músicas! La belle vie!

No entanto, acabo por perguntar-me até que ponto é que esta moda vai entrar nas normas da distribuição da música. Será que vamos ficar pelos 0,0001% ou tendencialmente iremos ver uma esmagadora maioria dos artistas entenderem que colocar as músicas na Internet não é apenas uma forma de partilha como essencialmente permite a divulgação do seu trabalho e de cultura? Confesso, que já tirei muitos álbuns na Internet, dos quais tem dois destino: Trash ou fico com eles. Quando financeiramente falando tenho a oportunidade, compro os originais. Todos os CD (e não foram poucos) que comprei nos últimos 10 anos, tiveram como ponto de inicio a sua descoberta através da Internet. Já ninguém vê o TOP+ para descobrir novos artistas. Alias, porque o que já dá nos TOP+ já foi descoberto e está a vender. O que sempre mais me interessou foi foi TOP – 200 é o TOP que não se conhece, o top desconhecido! Hum... Será cultura? Ou é puramente e simplesmente consumismo... Eu digo que é pura descoberta e investigação musical pelo prazer da música! E sem a Internet nada seria. Ou talvez sim, andaríamos nós à trocar vinyls e gravar em radio cassetes...
Voltando à minha pergunta, é sem dúvida bem real que a forma como é vendido e negociado a música de forma geral sofreu uma mutação importante à nível mundial. Há muito mais produção, muito mais canais de divulgação, muito mais pessoas a ouvir música diferentes. A globalização da música, a facilidade com a qual chegamos às novidades é absurdamente desconcertante. No meio de tanta concorrência, mesmo as bandas da velha guarda tem de se desmarcar dos cada vez mais, e melhores outsiders que não tem nada à perder e disponibilizam as suas obras no Myspace, Last.fm, blogs, podcasts até mesmo em download directo em sites pessoais. Inevitavelmente, os Radiohead lançaram a moda, há dois dias foi a notícia dos Offspring com o single Hammerhead do próximo disco (Rage and Grace) e hoje os NIN com o The Slip (álbum completo!).
Até quando e como é que isto vai evoluir? Será que vamos chegar ao absurdo de poder sacar tudo mais alguma coisa de forma gratuitamente sem DRM? Depois teríamos uma opção para poder comprar um disco de Alta definição com som Dual Trilogic 7.1 e em 24 horas teríamos na caixa de correio o original com qualidade em casa.
Hum... Me like it!
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 08/05/08 20:36
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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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