class main AboutMe { exec(); }
Desde que estou em Lisboa, tenho reparado na mediocridade do atendimento. Um atendimento limitado a sua circunstância, de tal forma que parece que é o cliente que faz o favor de ter este papel, limitado ao seu estado, o estado de mero cliente. As vezes, até pedimos desculpa por incomodar o empregado! Mas que treta é essa? Fogo, afinal quem é que paga quem? Parece que os empregados esquecem-se que quem paga o seu ordenado são os clientes. Sem  clientes, a casa não é nada! Além disso, recordo que quem faz o nome da casa são, mais uma vez os funcionários que la trabalham! Um cliente mal atendido são 10 clientes de perdidos. Caraças! Esta malta passa-se, esta inversão de papeis é simplesmente irreal. Não posso acreditar que em pouco tempo teremos que pedir por favor para ser atendido. Também não pretendo ser tratar como o Rei da Republica quando peço um café ou quando como um Big Mac, apenas quero ser tratado com simpatia, quero e pretendo ser tratado como um cliente e não como um chato que está ao balcão apenas para chatear o empregado.
Alguns de vocês, já vão dizer: “sim e tal, mas isso não é bem verdade”. Claro que não é regra absoluta, e ainda bem que o é! Trata-se sim de uma constatação do dia a dia. Quando estava no Porto, sabia os nomes quase todos dos empregados, podiam não ser todos bem educados e socializados, mas ao contrário do que acontece em Lisboa, eram realmente simpáticos!
Alias, a simpatia e honestidade é simplesmente o motor de cada casa. Estou a falar por exemplo de um restaurante, no qual os funcionários são simpáticos e alegres, automaticamente, vamos sentir estas boas vibrações e também nos vamos sentir bem. Sensações contagiosas como estas, também acontecem num ambiente frio, mas desta vez é o contrário que acontece.
Reparam bem como é mesmo verdade, por exemplo se o prato vier frio a mesa, se a carne for um pouco mais dura ou o bacalhau mal grelhado, tudo passa melhor se temos um empregado a falar humildemente  connosco, a tentar concertar o erro da casa, em ser o mais simpático possível, porque sabe que não se pode dar ao luxo de perder um cliente, a coisa passa bem, e somos capazes de voltar. Esta coisa não acontece em Lisboa, onde se a carne for dura, "olha paciência", pode ser que para a próxima seja melhor. Se o atendimento for mau, "olha azar...." Se esperamos demasiado para a comida, "olha a culpa é do cozinheiro..."  Fogo, e que tal aceitar que o cliente é mesmo um cliente, e que não faz o favor, nem é culpado de estar sentado!
Já falei aqui do livro de reclamação, quando disse que tem vindo a perder cada vez mais o seu valor, é mesmo verídico. Só é mesmo importante pedir este livrinho vermelho, quando há perigos para a segurança alimentar. Caso contrário, é tempo perdido. A ASAE não quer saber do fulano x ou y que não atendeu como deve de ser o cliente z. Quando é assim, fica a dica. Não vale a pena ser bem educado e deixar a coisa por aí ou pelo contrário fazer um escândalo (este último caso é realmente desnecessário) basta tentar resolver o problema logo com o responsável. Fazer barulho discretamente, relatar os factos, exigir pela qualidade, e se for preciso indicar pontos para remediar. Não devemos ser clientes passivos, clientes que comem e calam.
Pelo menos, recuso-me a sê-lo....
Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 14/02/08 03:59
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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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