class main AboutMe { exec(); }
Talvez a questão não se coloque em Windows, visto apenas existir um ambiente gráfico, mas no mundo dos Unix/Linux, existe algo de fantástico é que é gerido por “serviços”, logo até o ambiente gráfico é um serviço (no windows existem as chamadas Shells que permitem mudar totalmente o aspecto gráfico do sistema operativo). O que permite, a criação e o uso de diferentes ambientes gráficos. Na competição aos ambientes gráficos existem dois grandes tenores: Gnome e KDE, além dos Xfce, Blackbox, WindowsMaker, TWM entre outros tantos... Recentemente, fez-se notícia do novo KDE4. Desejado e esperado por mim há algum tempo, visto as versões anteriores não me terem convencido realmente, hoje decidi meter as mãos na massa e testar o este novo brinquedo.

Modo de instalação para 1 pessoa / 3 minutos / nível: amador:
  • Editar as fontes dos repositórios:
    ruben@aioros:~$ sudo nano /etc/apt/sources.list
  • Adicionar nova fonte:
    deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-members-kde4/ubuntu gutsy main
  • Relançar a base de dados apt-get
    ruben@aioros:~$ sudo apt-get update
  • Finalmente, instalar o KDE4-core
    ruben@aioros:~$ sudo apt-get install kde4-core
Consoante o tipo de sistema instalado, o tempo de download poderá variar (no meu caso, vai ser realizado um download total de 106Mb), tudo pelo ppda.lauchpad.net, logo será contabilizado como tráfego internacional para os mais preocupados com esse detalhe.

Quando o último comando poderão gritar de alegria, saltar fora da sua cadeira, porque o KDE já estará pronto!
Agora, segunda fase, terminar com a sessão Gnome e iniciar o Ubuntu com a sessão KDE....





A primeira impressão do KDE 4 é francamente boa, ficamos temporariamente a pensar que os designers da Apple meteram a mão na massa. Pelo pouco que sei do KDE 3.5, repara-se logo que a nova versão manteve o menu principal  “a-la-windows-vista” com setas para trás, sub-ramificações etc.. Ou seja, para um “habitué” do Gnome, procurar pelas aplicações torna-se mais numa aventura do que numa tarefa. Após alguns cliques aqui ali, reparei que o KDE 4 “puxa” e muito pelo processador. O meu pobre portátil M6 que corre sem problemas o XP ou Gnome, vê-se nitidamente com problemas em apresentar a quantidade de gráficos e pequenos componentes que compõe o KDE. Passado outros cliques, o sistema começa a abrandar, até crashar... E puf, terminato KDE 4. Ainda bem que a semana passada tinha lido uma entrevista ao  Nuno Pinheiro (um dos responsáveis pelo design do novo KDE) que confessa que ainda existe muito por fazer para tornar o KDE 4 realmente estável. Confissão com a qual concordo totalmente. Mais uma vez, vou ficar-me pelo Gnome, afinal é tão prático, rápido e simpático, que dificilmente consigo de me livrar desta criatura.

Abraços embrulhados em gráficos*


Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 23/01/08 17:32
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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

[...] Farto de escrever... | pausa II

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

Talvez seja o lugar mais sensato para me conhecer... Ou pelo menos, iniciar-se nesta longa viagem que é o meu Ser...
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