class main AboutMe { exec(); }
Antes de começar, aviso desde já que este texto está relacionado com pretos, blacks, pessoas de cor, africanos, negros... Enfim, tudo é válido para deixar entender que não sou racista. Nem sei por que é que a  maioria das pessoas, quando pretende falar dos Africanos, refere sempre que não são racistas. Não é por nada, mas dizer que não se é racista é admitir a existência de raças. Logo, nem isso digo, visto acreditar que apenas existe uma raça, The Human Race. Enfim, passando o bloco introdutório necessário para não levantar a fervura dos mais sensíveis (inexplicável), este texto nasce de uma conversa que tive hoje a tarde, mas que já embrionava em mim há algum tempo. Há tempos, conheci uma família um pouco peculiar: a mãe era Africana, a filha era meia de leite, a outra filha era caucasiana (reparam, não disse branca! :P Mais uma vez, não quero sensibilizar ninguém) que, por sua vez, era toda loirinha de olhos azuis. Já agora a prima também era loirinha de olhos azuis. Média de idade: 19 anos.
O que mais me marcou, enquanto trabalhava com elas (sim, porque trabalhavam todas juntas, tirando a mãe) é que todas namoravam pretinhos (ok, ok, isto não é um "anti-ninguém", é apenas uma forma de dizer que eram garotos). Só que não era só um pretinho, mas sim cada um dos namoradecos que qualquer uma tivesse tinha de ser Africano. Totalmente agnóstico, sempre pensei que fosse coincidência. Até que durante certas noitadas em Lisboa, constatei que não eram as únicas, muitos casalinhos de loiras muito loiras, acompanhadas de africanos muito africanos. E claro, como se não fosse suficiente para abrir a pestana, vi com os meus próprios olhos vários "engates" (daqueles engates que em 4 minutos e 37 segundos já se misturam líquidos bucais) de adivinham.... Pretinhos e Loirinhas...

Pensando que talvez fosse eu, por estar entusiasmado com a minha descoberta, nem reparei na pretinha a namorar o branquinho, no gordinho a engatar a anãzinha ou no bimbinho a apalpar a bimbinha (Bolas, isso de usar substantivos diminutivos dá uma ideia muito menos credível... ).

Voltando ao início, hoje à tarde, surgiu por acaso este assunto, onde a pessoa em questão também tinha reparado neste pequeno pormenor. Nada melhor para revigorar o meu ego. Finalmente, não sou assim tão doido ou, pelo menos, não sou o único! Mas surge a pergunta... Porquê? Esperem aí, os africanos são uma minoria étnica em Portugal, por que é que acabamos por encontrar em grandes proporções pretinhos com loirinhas? É moda? É um lobby? Porquê que a proporção contrária não se verifica (pretinhas com branquinhos)? E finalmente, porquê loiras com africanos e não Indianos, Ciganos, Espanhóis, Húngaros ou Russos?

Pela sua natureza étnica, qualquer comentário sobre este assunto pode ser lido como xenófobo, mas, para ser sincero, há uma resposta que flutua na minha mente que não tem nada a ver com cor de cabelo ou pele. Uma resposta com algum teor estatístico evidentemente, mas, pela sua falta coerência e principalmente pela divergência nos resultados, prefiro nem acreditar que seja por causa de um .... mito.

Há estudos que confirmam o mito, outros que o desmentem. No nosso mundo portuguesiano, há que recordar o estudo de Nuno Monteiro Pereira sobre o tamanho do pénis em Portugal que confirma o mito, outros sítios com questionário online confirmam estes resultados. No entanto, há um grande site chamado sizesurvey que demonstra o contrário e deita o mito abaixo. Mas afinal, quem é que está certo? Será assim tão importante? Mas que raio... A meu ver, não. Creio que o mais importante numa relação é definitivamente o que sentimos apesar do sexo ter uma grande responsabilidade no equilibro do casal. Mas não pode estar directamente relacionado com o seu tamanho. Quem ler isso, até pensa que o autor deste texto deve ser possuidor de um micro-pénis... My god... Para onde é que este texto está a ser encaminhado... Já agora, já repararam como é curiosa a forma como os homens interpretam a sua masculinidade em relação ao tamanho do seu falo...Bem... Vamos la por ordem nisto...

Gostava de terminar este texto com uma nota sobre a minha interpretação nocturna, que volto a dizer, não tenho nada contra, apenas achei giro a constatação. Só espero que as pessoas sejam muito felizes. Porque é isso que levamos e deixamos depois de partir...

(in a deep fool ending)

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 16/01/08 23:47
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Engenho Humano

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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