class main AboutMe { exec(); }
Acabei de ver a quarta temporada do 24 há duas horas atrás. Tirando o facto de ser sido uma temporada um pouco monótona, conseguiu guardar o espírito 24, ou seja suspense (kind of...), acção e claro o grande Jack Bauer como um substituto ideal ao Steven Seagal. Ainda não percebi como é que uma série como o 24 que pretende ser realista, comete tantos erros, tanto a nível de racord como a nível temporal. Como é que duas personagens que sairam ao mesmo tempo de um determinado sítio (CTU para não nomear), conseguem chegar ao mesmo tempo, quando o primeiro (Jack Bauer) vai de helicóptero e o segundo (Tony Almeida) vai num veículo da CTU. Ou como é possível chamar pelo corpo médico, e passado 8 segundos eles aparecerem. É um pouco como um sonho, as coisas aparecem sem razão lógica ou dramaticamente estilizadas para dar continuidade à acção. Tirando este factor, continuo a gostar da série. É como num James Bond, todos sabemos que vai salvar toda a gente, levar e dar muita porrada mesmo contra uma tropa de 10.000 maus, mas nada lhe vai acontecer e finalmente vai levar como prémio de bom desempenho a menina que foi contratada pelas suas características físicas. Aqui no 24, é um pouco isso, apesar de o Jack não ser um engatatão, há sempre romance na série (Jack/Audrey Raines - Tony/Michelle - Chase/Kim entre outros), há imensas balas, mortos e gajos feridos, Los Angeles sempre como palco das mesmas Ameaças terroristas de grande escala. Já agora pergunto, porquê que nunca é Houston, Denver ou Milwaukee? Mas o Jack, sim o grande Jack Bauer saí sempre ileso como grande herói, criando o mito do novo super herói Americano.
Dramaticamente, surrealmente a série 24 protagoniza o vilão terrorista, oriundo dos países Árabes confrontando com os bonzinhos que são os guerreiros dos tempos modernos da CTU. Recordo que a CTU é uma sucursal da "Division". Ou seja, um cócózinho de nada em comparação com o FBI ou os Serviços Secretos. Um combate no limite comparável ao David contra Golias. 24 é definitivamente o equivalente aos filmes dos anos 80 onde o herói lutava contra a ameaça Comunista ou qualquer outro grupo potencialmente perigoso na época. Kiefer Sutherland, o Sylvester Stallone dos tempos modernos?

 "Et pourquoi pas"? Recordo que os Americanos são especialistas no que diz respeito a Internacionalização dos seus ideais, sempre o conseguiram através dos filmes e das séries. Em tudo o que vemos que seja feito nos Estados Unidos, é preciso sempre recordar que estamos perante um "olhar Americanizado" sobre o assunto. Já repararam que em quase tudo o que é filme Americano, aparece sempre uma bandeira nacional?
Ponho-vos a prova... Tentam sintetizar eventos históricos, e de uma forma global o quê que aparece? Por exemplo, segunda guerra mundial. O que vos vem a mente? Imagens, personagens, sons e vídeos (hum... estranho para quem nunca la esteve...), mas se pensarmos melhor, todos temos aqueles momentos gravados em memória de tropas a entrar na Normandia, Snipers nos telhados das casas, tanques a destruir paredes (hum... isso não recorda alguns filmes recentes como por exemplo Saving Private Ryan?). Agora, vê-se uma menina vestida de vermelho num ambiente preto e branco, numa rua suja, pavimentada. Sons de metralhadores e passos de tropas Germânicas... Oups, outro filme... E isto acontece para tudo. Filmes como Troy, Joan of Arc, Gladiator, Schindler’s List, 300 etc... Todos eles representam uma visão americanizada da realidade. Desde quando Jesus falava inglês? Nem os portugueses tinham o Santa Maria como projecto, quanto mais na água :P Ok, ok dirão alguns, "querias por o Mel Gibson a falar em hebraico?" Why not? Se é para ser um retrato fiel da história, porque não usar legendas? Daria um sentimento mais real ao filme... Penso eu :P

A falta de documentação e conhecimento histórico conduz a nossa mente em associar eventos históricos aos documentários e filmes produzidos em Hollywood. E como sempre me disseram, o que estás a ler é a obra de uma pessoa que a moldou segundo a uma construção semiológica. Adivinham! Para os filmes é a mesma treta! Every single movie, is a Big Construction of what the producers decided to put on the box (oh bolas, estou a ficar contaminado... :P)
Enfim, debate mais debates, isso não interessa, só mesmo é importante salientar que às produções Americanas criam um herói segundo as leis socais e principalmente económicas. E o nosso amigo Jack Bauer é um deles.

Um belo herói, numa bela série produzida de forma mecânica ao longo de 24 episódios que mantêm o espectador atento ao longo dos seus 40 minutos, desejando por mais e mais até ao último episódio....


By the way, já tenho o meu site 95% pronto, já tenho todos as páginas em funcionamento e toda o backend pronto para funcionar. Só me falta programar a parte da visualização da galeria de fotografias. Espero brevemente passar ao Ruby On Rails :)

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 28/12/07 06:01
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Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

[...] Farto de escrever... | pausa II

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

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