class main AboutMe { exec(); }
A mágia do opensource
Utilizador do Linux desde de 1998 com uma redhat 5.2, confesso que nunca fui tão apreciador do Pinguim. Inicialmente demasiada complexa para se poder fazer bom uso num ambiente Desktop, as várias distribuições nunca realmente me encheram a medida tendo em vista a alteração do Windows 98, 2000 até ao windows XP.
No entanto, sempre tive um servidor Linux em casa, fosse ele redhat, centOS, ipcop ou mesmo fedora.
Há meses atrás, referia aqui no meu lugarzinho o lançamento do Windows Vista, com novas funcionalidades e muita treta bla bla bla... A verdade é que apesar do grande volume de vendas (uma leitura por aqui se impõe), o Vista permanece um fracasso na comunidade online (não vou entrar nos detalhes). E com este grande Vista, ainda tentei o grande passo com uma versão demo (cuf cuf...) Infelizmente o meu portatil já com 4 anitos, não tem “potência” para o monstro do Vista. Foi então que o windows XP respirou de alivio. No entanto, como já vinha com algum tempo com o Ubuntu Instalado, progressivamente, mudei tudo para o Ubuntu. Por exemplo, este fim de semana, decidi formatar completamente o meu computador, com apenas a versão Windows XP home (cd de instalação do ASUS M6N) com uma partição de 5GB (hehehe, apenas para poder utilizar algum software exclusivo) e outra de 10 Gb para o Backtrack 2 (a espera da v.3 final) e o resto para o Ubuntu 7.10. Concretizando o meu desejo de há muitos anos: migrar totalmente para o Linux.
Falar do Linux, é como falar de Politica, na teoria iniciamos num ramo e nunca mais terminamos. Na prática, com os anos, este sistema tornou-se realmente muito prático, rápido, jeitoso e sexy.
Realiza todas as tarefas do dia a dia sem reclamar, sem reboots, sem nada... No entanto, confesso que ainda precisa de alguns conhecimentos técnicos para conseguir manipulá-lo e explorá-lo a relativamente bem. Paradoxalmente, para um uso básico é um sistema fácil de usar. Já "uso" o meu primo e o meu irmão como cobaias há cerca de 10 meses com uma Ubuntu instalada na sala e até hoje nunca se queixaram (se calhar apenas no que diz respeito a webcam a funcionar com o  Gaim). Ambos são totalmente informáticos amadores, onde o seu uso pode resumir-se ao Google, social networks, e-mail e pouco mais. E a verdade é que funciona! Ninguém me pediu para meter o Windows novamente. Total Victory, sem ajuda minha (ou qualquer tipo de pressão), ambos foram seduzidos pelo Pinguim!
O Linux é uma realidade real no mundo dos Desktops, uma verdadeira alternativa gratuita, viável e acima de tudo segura. Comparativamente, equaciono o Macintosh (sistema operativo claro) com o Linux. Pelo seu desempenho, tipo de uso, limitações (sim... recordo que existem imensas aplicações especificas que correm apenas em Windows apesar de existir uma alternativa em opensource).
Vamos supor um portatil LG com Ubuntu Linux instalado (compiz incluíndo) em comparação com um novo Macintosh com o Leopard instalado. Na teoria temos duas coisas totalmente diferentes, mas na prática temos um computador elegante, estiloso, com um sistema operativo funcional, rápido, igualmente elegante. Ambos apresentam as mesmas desigualdades perante o seu concorrente o Sr. Windows (jogos, aplicações especificas, drivers etc..), no entanto ao contrário do Mac ou Windows, podemos descarregar o Ubuntu gratuitamente e instala-lo sem problemas em single ou dualboot, ou mesmo corre-lo sem instalar (LiveCD).
É seriamente uma boa alternativa, que já uso totalmente e exclusivamente há cerca de um ano, a qual aconselho vivamente a todos aqueles que estão neste momento a pensar reinstalar o seu Windows XP ou Vista. É importante salientar que “out-of-the-box”, o Ubuntu Linux consegue ler todos os ficheiros standards do Windows (.doc, .txt, .xls, .pdf) e com um ou dois “apt-get install”, conseguimos ouvir e ver todos os formatos multimédia (divx, xvid, wmv, wma, mp3 etc..).
Caso tenham um computador mais antigo que queiram oferecer aos país ou amigo, um computador portátil (pent. III 800 por exemplo) onde queiram ver algo diferente do Windows, mas tão funcional e user-friendly como o Macintosh, e que tal tentar deixar-vos levar pela magia do Linux?



(Ambiente geral)


(Ambientes de trabalho virtuais rotativos em 3D com Compiz)


Há coisas fantásticas não há ? :P

Sem comentário, seja o primeiro! | Publicado por Ruben Alves @ 19/12/07 03:19
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Morosidade Urbana

Ruben... Quem sou? Nascido em Novembro de 1980, Sagitáriano puro e duro com ascendente Aquário. Sou canhoto, adoro arte, computadores, fotografia, redes, programação, design, música. Odeio futebol, bacalhau e injustiça.

Neste momento sou um Jovem de 30 anos, curioso pela vida, curioso por tudo o que mexe, tudo que respira, que faça ruídos. Encanto-me facilmente com uma gota de água a bater no vidro mas não fico impressionado com um Ferrari. Gosto das coisas simples da vida, um olhar, um sorriso, um simples gesto. Adoro amar, como gosto de ser amado. Não troco o meu leitor DVD por uma PlayStation, no entanto trocaria um filme por uma bela fotografia.

Não sou complexo, apenas perplexo... tudo depende do ponto de vista.

[...] Farto de escrever... | pausa II

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No meio de tudo isto, tenho este lugar cibernético. Um recanto pontualmente actualizado, apontado como um blog, mantenho a minha ideia que antes de ter esta pretensão, considero que é antes de mais nada um simples sítio web onde escrevo, descrevo, apresento, coloco perguntas, dúvidas e afirmações. Com os textos, coabitem vários espaços representativos do meu Espaço.

Talvez seja o lugar mais sensato para me conhecer... Ou pelo menos, iniciar-se nesta longa viagem que é o meu Ser...
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